Segundo levantamento elaborado pela Arteris, companhia de concessões rodoviárias que atua no Brasil, 1 em cada 10 motoristas ainda trafegam sem o cinto de segurança. Entre os caminhoneiros, esse número sobre para 25%. 
 
Segundo o gerente corporativo de operações da companhia, Elvis Granzotti, muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas adotassem medidas simples de segurança. “De acordo com o histórico de ocorrências em nossas rodovias, 80% dos acidentes acontecem por falta de atenção dos usuários e 15% dos acidentes fatais são gerados por distrações na direção. Verificamos também que o uso do celular nas viagens é um dos principais responsáveis por situações de risco”, analisa.
 
Os números comprovam a necessidade de conscientizar os usuários das rodovias. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente. Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a publicação, discar um número no celular aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes.
 
Cinto de segurança
 
Outra medida simples e já conhecida pelos motoristas é o uso do cinto de segurança. “Infelizmente, muitas pessoas ainda ignoram a importância do cinto”, alerta Granzotti. Pesquisa realizada pela concessionária Vianorte (SP), aponta que 25% dos condutores de caminhão e 41% dos passageiros não utilizam cinto de segurança. Este é um dos motivos que levam a um outro dado preocupante: o número de vítimas fatais nas rodovias administradas pela Vianorte que não usavam o cinto de segurança em acidentes rodoviários, nos primeiros seis meses de 2014, já é 28% maior que em todo o ano de 2013. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado: 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto.
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Segundo levantamento elaborado pela Arteris, companhia de concessões rodoviárias que atua no Brasil, 1 em cada 10 motoristas ainda trafegam sem o cinto de segurança. Entre os caminhoneiros, esse número sobre para 25%. 
 
Segundo o gerente corporativo de operações da companhia, Elvis Granzotti, muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas adotassem medidas simples de segurança. “De acordo com o histórico de ocorrências em nossas rodovias, 80% dos acidentes acontecem por falta de atenção dos usuários e 15% dos acidentes fatais são gerados por distrações na direção. Verificamos também que o uso do celular nas viagens é um dos principais responsáveis por situações de risco”, analisa.
 
Os números comprovam a necessidade de conscientizar os usuários das rodovias. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente. Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a publicação, discar um número no celular aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes.
 
Cinto de segurança
 
Outra medida simples e já conhecida pelos motoristas é o uso do cinto de segurança. “Infelizmente, muitas pessoas ainda ignoram a importância do cinto”, alerta Granzotti. Pesquisa realizada pela concessionária Vianorte (SP), aponta que 25% dos condutores de caminhão e 41% dos passageiros não utilizam cinto de segurança. Este é um dos motivos que levam a um outro dado preocupante: o número de vítimas fatais nas rodovias administradas pela Vianorte que não usavam o cinto de segurança em acidentes rodoviários, nos primeiros seis meses de 2014, já é 28% maior que em todo o ano de 2013. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado: 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto.
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