Para os fãs de design, ele arranca suspiros. Para os amantes de velocidade, tira o fôlego! A Audi está comemorando, em 2013, os 15 anos de lançamento do Audi TT: carro-ícone da montadora alemã, que se tornou um marco da inovação tecnológica e do design automotivo. 
 
O projeto do Audi TT foi desenvolvido para dar início à família de esportivos da marca e buscou inspiração nos fundamentos da Escola Bauhaus – ícone do design alemão – para esculpir um autêntico clássico, que mantém o charme atualizado.
 
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O estilo limpo, as formas robustas e a adoção de pneus grandes foram fundamentais para deixar o modelo inconfundível e impressionaram o mercado desde o início. Ainda como protótipo, o TT fez sua avant-première no Salão de Frankfurt, em setembro de 1995, e roubou a cena, pelo design inovador e pela sofisticação dos materiais aplicados à sua construção. Detalhes aparentemente simples, como a tampa do reservatório em alumínio, levaram o modelo a outro nível de acabamento. Aliás, a carroceria construída com materiais leves, grande parte em alumínio, foi outra inovação do esportivo.
 
Ainda em meados da década de 90, o protótipo da versão Roadster apareceu no Tokyo Motor Show e também virou sensação. Tudo pronto para dar início à produção em série do Audi TT Coupé, a partir de 1998. O Roadster chegou um ano depois ao mercado europeu. O esportivo é produzido na planta de Gyor, no oeste da Hungria.
 
História no Brasil e no mundo
 
Já consagrado na Europa, o Audi TT merecia um desembarque especial no Brasil, em 1998. O evento escolhido para apresentar o modelo ao público foi o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro daquele ano. A chegada não poderia ter sido mais especial: o carro veio literalmente ”voando” para o evento. Içado a um helicóptero, o veículo chegou ao Pavilhão de Exposições do Anhembi chamando atenção do público e de quem estava nas ruas ao descer na pista do sambódromo, ao lado do principal centro de exposições do país. A repercussão foi grande na mídia brasileira e do exterior.
 
Evolução, não revolução
 
Depois de oito anos em produção com o mesmo estilo e sucesso nas vendas, feito raro na última década, a segunda geração do Audi TT foi lançada em 2005. Os designers mantiveram a silhueta harmoniosa e o desenho clássico, com o teto em suave declínio até a traseira arredondada, mas modernizaram o veículo – foi adotado um spoiler, que se ergue quando a velocidade passa dos 120 km/h e o uso da ampla grade frontal, característica dos modelos da marca. A identidade original do TT foi preservada, com pequenas alterações no comprimento e largura – a segunda geração ficou ligeiramente mais longa e larga do que a original.
 
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Criar a segunda geração do TT foi um grande desafio para o designer italiano Walter de Silva, que na época era responsável pela área de estilo da Audi e atualmente é o chefe do departamento de design de todo grupo Volkswagen. Sua missão era substituir o primeiro TT, um modelo de personalidade forte, mantendo sua identidade à primeira vista. Para chegar ao desenho da segunda geração, a equipe seguiu o lema “evolução, não revolução” e o resultado conquistou crítica e público.  
 
Em 2006, o Audi TT foi eleito o carro mais bonito do mundo, em um concurso promovido pela revista especializada alemã Auto Bild, com votação aberta aos leitores da publicação. O designer italiano Walter de Silva teve, naquela ocasião, quatro premiações. O cupê esportivo Audi TT, o SUV Audi Q7 e o carro-conceito Shooting Brake venceram em suas categorias. O TT foi além e levou ainda o prêmio mais cobiçado do concurso: o título de carro mais bonito do mundo dos últimos dozes meses, entre 146 veículos.
 
Dois anos depois, para comemorar os dez anos de lançamento do Audi TT, em 2008, a montadora alemã apresentou ao mercado mundial uma versão mais apimentada e arrojada do modelo: o Audi TTS. Com alguns detalhes de acabamento diferenciados, como dois pares de saída de escapamento, capa do retrovisor externo em alumínio e emblemas TTS na grade dianteira, na traseira e na soleira, o automóvel ganhou motor 2.0 TFSI de quatro cilindros e 272 cv de potência, 61 cv a mais do que a versão tradicional do TT Coupé equipada com motor 2 litros, na época com 200 cv (atualmente esta versão tem 211 cv de potência).
 
Com isto, a aceleração de 0 a 100km/h caiu para 5,2 segundos na versão Coupé (quatro lugares) e 5,4 segundos na versão Roadster (dois lugares); e a velocidade máxima é de 250 km/h limitada eletronicamente.  
  
Outras opções no mercado brasileiro
 
Além do TT RS, a Audi oferece no mercado brasileiro o Audi TT nas versões Coupé e Roadster, equipado com motor 2.0 TFSI de 211 cv de potência e câmbio S tronic, que acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,0 segundos (na versão Roadster a aceleração é feita em 6,1 segundos). A velocidade máxima é de 245 km/h na versão Coupé e de 242 km/h no Roadster. O Audi TTS, nas versões Coupé e Roadster, também está disponível com motorização 2.0 TFSI que desenvolve 272 cv de potência e torque máximo de 350 Nm.
 
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