Para a Cummins, as ações de diversidade e de inclusão têm ainda mais relevância diante de todo o contexto atual. Em 2020, com a pandemia causada pela Covid-19, a companhia adaptou seus trabalhos pautados nos pilares da atração, desenvolvimento e retenção a fim de potencializar seus efeitos com o isolamento social. No mês de novembro, a 3ª edição do Womens’s Conference trouxe a temática “O papel da mulher na pandemia: desafios e mudanças” e foi organizado pelo ERG WEN, com alto índice de engajamento.

O valor ‘Diversidade e Inclusão’ é trabalhado pela Cummins por meio do Grupo de Recursos de Colaboradores ou ERG (Employee Resource Group). No Brasil, são 5 Grupos de Trabalho: de Etnia, Gênero – Woman Empowerment Network (WEN), Pessoas com Deficiência, Gerações e Grupo Pride. A nominação ERG foi adotada no início do ano passado, apenas como forma de potencializar as ações de diversidade realizadas pela empresa há mais de 15 anos.

O evento online debateu sobre a formação de liderança,como equipes formadas por homens e mulheres podem desfrutar das mesmas oportunidades de crescimento. Foram quatro horas com palestras, trocas de conhecimento, experiências e momentos de reflexão.

O diretor de Operações e líder do ERG WEN Brasil, Celso Oliveira, juntamente com Selene Nieto, diretora de Supply Chain e Líder do ERG WEN para América Latina, apresentaram inicialmente toda a estrutura do Grupo de Gênero WEN. O tema “Mulher na Pandemia” foi amplamente debatido por Tayná Leite, socióloga com ênfase em Estudos de Gênero e também Consultora da ONU Mulheres. Na oportunidade, a socióloga apresentou como as vertentes da pandemia, isolamento social e as inseguranças influenciaram diretamente na vida das mulheres e o quanto todas foram afetadas nas suas vidas pessoais e profissionais.

Consultora da ONU Mulheres para os WEPs e Líder do Grupo Mulheres do Brasil – Curitiba/ Paraná, Margareth Groof, e Lincoln Tavares, jornalista, ativista e membro do Movimento de Solidariedade pela Igualdade de Gênero – He For She – da ONU Mulheres, debateram sobre a inclusão dos homens em conversas pela igualdade de gênero. “O Brasil é o pior País da América o Sul para ser menina de acordo com estudo que leva em conta casamento infantil, gravidez na adolescência e outros fatores. Também somos o quinto no ranking de países em que mais se matam mulheres no mundo”, refletiu Tavares.

Para Margareth Groof, “a prática empresarial é um fator chave para o empoderamento econômico das mulheres já que 90% dos empregos no mundo estão no setor privado. É preciso mudar a cultura, alcançando a união de todos os setores e organizações, sejam público ou privados. E a melhor forma de inspirar para engajar mentoria, com iniciativas para formar futuras líderes, ou seja, parcerias estratégicas para fortalecer o ecossistema e apoiar projetos”.

A Cummins dedica também os seus esforços para que os líderes da empresa possam ter uma visão ampla dos números e desafios para a criação de um ambiente inclusivo que valorize as diferenças e com oportunidades iguais para todos. Ainda durante a 3ª edição do Women’s Conference,Marco Bologna, diretor de Compras para América Latinal e Cristina Moreira, diretora de Recursos Humanos para o Brasil, ambos líderes de Diversidade da Cummins no Brasil, engajaram e fortaleceram essa “corrente” exibindo os avanços significativos da empresa frente aos trabalhos promovidos pelos ERGs.

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