Com o emplacamento de 1.986.436 unidades, entre automóveis e comerciais leves, o Brasil encerrou 2016 com o pior desempenho no ranking dos 10 maiores mercados internos do mundo. A queda foi de 19,8% em relação ao total de 2.476.965 unidades em 2015. O Brasil ainda amargou queda na posição do ranking ficando na 9ª posição, caindo 2 posições em relação ao ano anterior. Os dados são da JATO Dynamics do Brasil, líder em fornecimento de informações automotivas.
Esses resultados mostram que o Brasil perdeu duas posições. De 7º mais importante mercado interno em 2015, encerrou o ano passado em 9º colocado. Sem novidades para os primeiros colocados, a China segue na liderança com alta acumulada de 14,2%. Os EUA mantiveram-se na segunda colocação, também com alta de 0,4%. O Japão, por sua vez, mesmo diante da queda de 1,6%, continua na terceira posição. 
É importante destacar que os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam automóveis e comerciais leves.
Desempenho dos grupos
Em um ano de recuperação com altas acumuladas de 3,3%, 1,7% e 0,8%, Volkswagen, Toyota e GM Company mantiveram-se nas três primeiras colocações, respectivamente, com volumes de 9.087.193 unidades, 8.517.294 e 6.987.939 veículos. No ranking do Top 13, apenas o grupo PSA amargou queda de 2,7%, com total de 2.552.913 unidades emplacadas.
Todos os demais nove grupos automotivos do Top 13 obtiveram taxas de crescimento. O Grupo Hyundai (3,0%), Ford (1,5%), Honda (5,7%), FCA (1,5%), Nissan (2,0%), Suzuki (2,4%), Renault (12%), Daimler (8,2%) e BMW (4,9%).
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