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A equipe Baja UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais, venceu a 19ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, que se encerrou neste domingo (17), em Piracicaba, SP. A equipe mineira completou 878,37 pontos e foi seguida pela equipe paulista FEI Baja 2, do Centro Universitário da FEI, com 832,40 pontos. 
 
A terceira colocação foi conquistada pela equipe UFSC Puma, da Universidade Federal de Santa Catarina, com 795,46 pontos. Com o resultado, as três equipes poderão representar o Brasil na Baja SAE Rochester, que será realizada de 6 a 9 de junho,em Nova York, Estados Unidos.
 
A quarta colocação foi obtida também por estudantes da FEI, a equipe FEI Baja1, com 782,42 pontos, enquanto o quinto lugar ficou com a equipe Mangue Baja 1, da Universidade Federal de Pernambuco, com 773,84 pontos. 
 
Realizada no Esporte Piracicabano de Automobilismo (ECPA), a competição que teve início na quinta-feira (14) homenageou as equipes, ainda, em oito quesitos:
 
Melhor Aceleração e Melhor Velocidade Máxima – equipe FEI Baja 2, do Centro Universitário da FEI. O carro atingiu 54 km/h.
 
Melhor Apresentação de Projeto e Melhor Avaliação de Projeto – equipe Poli Magnus, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
 
Melhor Conforto – equipe FEI Baja 1, do Centro Universitário da FEI.
 
Melhor Enduro de Resistência – equipe Piratas do Vale, da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), campus Guaratinguetá. A equipe realizou 34 voltas no circuito de 2 km de terra. 
 
Melhor Suspension&Traction – equipe UDESC Velociraptor, da Universidade do Estado de Santa Catarina.
 
Melhor Tração – equipe Baja Unimep, da Universidade Metodista de Piracicaba.
 
 
ENDURO – O tão esperado Enduro de Resistência, realizado no domingo, desafiou os 63 pilotos e os carros Baja SAE, que participaram da prova no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA). O percurso, com 2 km de extensão, apresentou condições bastante severas e obstáculos de assustar qualquer um. Piscinas de lama, degraus com mais de um metro de altura, blocos de concreto desordenados e morros complicados foram algumas das armadilhas criadas pelo Comitê Técnico para testar na plenitude a resistência dos carros, projetados e construídos pelos estudantes especialmente para disputar a competição. 
 
Esta é a primeira vez que uma equipe da UFMG vence a Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS. Para a equipe, é uma conquista ímpar. “Nunca tínhamos vivenciado a conquista do título e chegamos lá, graças a um aprendizado com erros de projetos anteriores e este agora totalmente novo”, disse Alfredo Rodrigues, estudante do sétimo período de engenharia mecânica e capitão da equipe, composta por 23 integrantes. A equipe investiu no uso da telemetria, novos materiais e uso de motor que agora vai a até 4,2 mil rpm, testado naCompetição BAJA SAE BRASIL – Etapa Sudeste FIAT, na qual se sagrou campeã em setembro passado.
 
Para Ariel Fortes, capitão da FEI, o resultado em Piracicaba é fruto do trabalho em equipe desenvolvido ao longo de um ano. “Temos um carro forte, leve e confiável capaz de vencer a competição nos EUA", acredita Ariel Fortes, aluno do 10º ciclo do curso de Engenharia Mecânica.
 
Compareceram à competição de engenharia 68 equipes, de um total de 81 inscritas. Os universitários representaram 68 instituições de ensino superior de 17 Estados brasileiros e o Distrito Federal.
 
Carros – Os Baja SAE são veículos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas, motor padrão de 10 HP e capacidade para abrigar um piloto de até 1,90m de altura e até 113,4 kg de peso. Os sistemas de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são projetados e desenvolvidos pelos próprios estudantes de engenharia, que são orientados por professores das instituições de ensino que representam.
 
O programa – O Baja é o primeiro programa estudantil de capacitação organizado pela SAE BRASIL. Nele os estudantes se organizam em equipes que, sob a orientação de um professor desenvolvem os veículos com o qual irão competir representando a sua instituição de ensino.
 
Além da construção do protótipo em que praticam o conhecimento adquirido em sala de aula, as equipes são responsáveis por atividades como atendimento de prazos, busca de suporte financeiro para viabilização do projeto e custeio de despesas, entre outras tarefas com as quais se defrontarão no mercado de trabalho.
 
“As competições estudantis da SAE BRASIL proporcionam aos futuros engenheiros a oportunidade de por em prática as teorias aprendidas nas salas de aula e, assim, desenvolver capacidades e a paixão necessárias a uma boa formação profissional”, afirma o engenheiro Ricardo Reimer, presidente da SAE BRASIL.
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