Composto por fibra de papel celulose especial, o filtro de ar, que promove a filtragem, limpeza do ar proveniente do ambiente externo que será misturado com o combustível e assim fazer o motor funcionar, é um componente que deve ser substituído dentro do período recomendado pela montadora do veículo. “O filtro de ar de boa qualidade, com o tempo, passa por um processo de saturação acarretando,  emissão exagerada de gases,  prejudicando não só o meio ambiente, mas também a saúde das pessoas”, afirma Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Wix, marca da Affinia. Segundo Silva, a peça, em boas condições pode gerar economia representativa no consumo de  combustível.
 
Além das questões ambientais e de economia, saturado, o componente dificulta a passagem de ar, podendo ocasionar perda de rendimento, falhas no funcionamento e danos ao motor do automóvel.
 
O gerente adverte sobre prática não recomendável. “Jamais se deve jogar jato de ar-comprimido para tentar limpar o filtro de ar, pois a partícula de sujeira dificilmente sai do papel e se cria a falsa impressão de que o motor está protegido. Além disso, o jato de ar pode elevar o diâmetro dos microporos do papel filtrante fazendo com que o mesmo perca a sua função”, alerta.
 
O prazo para a troca da peça pode ser variável, dependendo das condições de uso do veículo. “Em condições severas, como por exemplo, ambientes com alta contaminação do ar, a troca do filtro deve ocorrer em períodos mais curtos”, alerta Silva.
 
Ele esclarece que, ao substituir a peça, é preciso verificar a motorização e modelo do veículo, ou seja, a peça deve ser compatível com o automóvel, além de ser recomendado optar por marcas conhecidas no mercado.
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