Os financiamentos de veículos no Brasil em agosto somaram 513.948 unidades, sendo 243.766 veículos novos e 270.182 usados. O volume representa uma queda de 4% em relação ao último mês de julho e de 12% na comparação com agosto de 2013. No acumulado do ano, foram financiados 4,085 milhões de veículos, baixa de 8% ante os primeiros oito meses de 2013. 
 
O levantamento é da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil. O SNG impede que o processo de financiamento de veículos seja suscetível a fraudes sistêmicas. 
 
“A expectativa de recuperação do ritmo de vendas financiadas de veículos após a Copa do Mundo acabou não se confirmando em agosto”, afirmou Marcus Lavorato, gerente de relações institucionais da Unidade de Financiamentos da Cetip. “A estagnação da renda e o baixo nível de confiança do consumidor parecem ditar o rumo do mercado este ano”. 
 
Os dados de agosto ainda mostram que os financiamentos de automóveis leves novos apresentaram uma queda de 9%, em relação a julho, enquanto os usados recuaram 0,2%. Porém, segundo Marcus Lavorato, é preciso destacar que agosto teve dois dias úteis a menos em comparação ao mês anterior. “Se considerarmos os valores médios por dia útil, as vendas a prazo de autos leves novos diminuíram 0,4%, na comparação mensal, enquanto os usados cresceram 9,3%.”
 
Dentre as modalidades de financiamento, o consórcio para autos leves usados se destacou e apresentou um crescimento de 18,8% na comparação com agosto de 2013, apesar da queda de 5% em relação a julho. Considerando todas as modalidades (crédito direto ao consumidor, consórcio, leasing e outros), as operações para autos leves usados ficaram praticamente estáveis, ante ao mês anterior, e caíram 4% na comparação anual.  
 
Em relação às modalidades de financiamento, o CDC continua sendo a mais escolhida pelos consumidores. Em agosto, foram realizadas 425 mil operações pelo CDC, queda de 3% na comparação com o mês anterior e de 13,3% em relação a agosto de 2013. Na comparação anual, a participação do CDC também apresentou redução e passou de 84,1% para 82,8%.
 
O levantamento também apontou que, em agosto deste ano, os financiamentos de automóveis de passeio com quatro a oito anos de uso apresentaram um crescimento de 4,2%, em relação ao mesmo mês de 2013, e somaram 124 mil unidades financiadas. Já os financiamentos de carros novos tiveram uma redução de 21,3%, na comparação anual, e somaram 155 mil unidades. Aqueles com até três anos de uso recuaram 8,7% em relação ao ano anterior e aumentaram 1%, na comparação mensal, totalizando 84 mil unidades financiadas.
 
Em agosto, o tíquete médio de financiamento por tempo de uso dos autos leves novos e usados apresentou um aumento de 2,4%, na comparação anual, e passou de R$ 24,556 mil para R$ 25,143 mil. A maior alta do tíquete médio foi verificada nos autos leves com mais de 13 anos, que passou de R$ 9,032 mil para R$ 10,468 mil, crescimento de 16%. 
 
O boletim também destaca que o prazo médio de financiamento por tempo de uso se manteve para os automóveis leves usados. Já as unidades novas apresentaram uma queda do prazo médio de financiamento de 40 meses, em agosto de 2013, para 37 meses, em 2014.
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Os financiamentos de veículos no Brasil em agosto somaram 513.948 unidades, sendo 243.766 veículos novos e 270.182 usados. O volume representa uma queda de 4% em relação ao último mês de julho e de 12% na comparação com agosto de 2013. No acumulado do ano, foram financiados 4,085 milhões de veículos, baixa de 8% ante os primeiros oito meses de 2013. 
 
O levantamento é da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil. O SNG impede que o processo de financiamento de veículos seja suscetível a fraudes sistêmicas. 
 
“A expectativa de recuperação do ritmo de vendas financiadas de veículos após a Copa do Mundo acabou não se confirmando em agosto”, afirmou Marcus Lavorato, gerente de relações institucionais da Unidade de Financiamentos da Cetip. “A estagnação da renda e o baixo nível de confiança do consumidor parecem ditar o rumo do mercado este ano”. 
 
Os dados de agosto ainda mostram que os financiamentos de automóveis leves novos apresentaram uma queda de 9%, em relação a julho, enquanto os usados recuaram 0,2%. Porém, segundo Marcus Lavorato, é preciso destacar que agosto teve dois dias úteis a menos em comparação ao mês anterior. “Se considerarmos os valores médios por dia útil, as vendas a prazo de autos leves novos diminuíram 0,4%, na comparação mensal, enquanto os usados cresceram 9,3%.”
 
Dentre as modalidades de financiamento, o consórcio para autos leves usados se destacou e apresentou um crescimento de 18,8% na comparação com agosto de 2013, apesar da queda de 5% em relação a julho. Considerando todas as modalidades (crédito direto ao consumidor, consórcio, leasing e outros), as operações para autos leves usados ficaram praticamente estáveis, ante ao mês anterior, e caíram 4% na comparação anual.  
 
Em relação às modalidades de financiamento, o CDC continua sendo a mais escolhida pelos consumidores. Em agosto, foram realizadas 425 mil operações pelo CDC, queda de 3% na comparação com o mês anterior e de 13,3% em relação a agosto de 2013. Na comparação anual, a participação do CDC também apresentou redução e passou de 84,1% para 82,8%.
 
O levantamento também apontou que, em agosto deste ano, os financiamentos de automóveis de passeio com quatro a oito anos de uso apresentaram um crescimento de 4,2%, em relação ao mesmo mês de 2013, e somaram 124 mil unidades financiadas. Já os financiamentos de carros novos tiveram uma redução de 21,3%, na comparação anual, e somaram 155 mil unidades. Aqueles com até três anos de uso recuaram 8,7% em relação ao ano anterior e aumentaram 1%, na comparação mensal, totalizando 84 mil unidades financiadas.
 
Em agosto, o tíquete médio de financiamento por tempo de uso dos autos leves novos e usados apresentou um aumento de 2,4%, na comparação anual, e passou de R$ 24,556 mil para R$ 25,143 mil. A maior alta do tíquete médio foi verificada nos autos leves com mais de 13 anos, que passou de R$ 9,032 mil para R$ 10,468 mil, crescimento de 16%. 
 
O boletim também destaca que o prazo médio de financiamento por tempo de uso se manteve para os automóveis leves usados. Já as unidades novas apresentaram uma queda do prazo médio de financiamento de 40 meses, em agosto de 2013, para 37 meses, em 2014.
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