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O presidente e CEO da Ford Austrália, Bob Graziano, anunciou que a empresa fechará suas duas fábricas naquele país, as plantas de Broadmeadows, que produz o sedan Falcon e modelos derivados e a fábrica de motores Geelong, em outubro de 2016, depois de 91 anos de atividades. 
 
A notícia não é uma surpresa no meio automobilístico internacional porque a Ford tem racionalizado seus planos de produção em todas as suas unidades com o objetivo de recuperar os lucros da empresa em todo o mundo. A sentença veio com a revelação do prejuízo de 451 milhões de euros nos últimos cinco anos e de 135 milhões de euros no último exercício.
 
Para os cerca de 1.200 funcionários australianos a Ford vai atuar junto à  indústria para que encontrem novos locais de trabalho, nos próximos anos, além de garantir todos os seus direitos trabalhistas. Por outro lado, a Ford Austrália mantém o programa de lançamento do Falcon, em 2014, mas não informou sobre o futuro desse modelo produzido exclusivamente naquele país, um verdadeiro best seller, desde 1960 e, hoje, em sua sétima geração.
 
Conforme explicou às agências internacionais, Bob Graziano comentou em Melbourne que os custos de produção da Ford Austrália são o dobro dos da Europa e quase quatro vezes superiores aos da Ford na Ásia.
 
Depois de uma história que começou em 1925 com a produção do Modelo T, a Ford não deixará a Austrália e continuará atendendo o mercado com veículos importados, entre eles o Explorer, Taurus e Mustang, que estarão nas 200 concessionárias da marca, quando a produção local se encerrar.
 
As únicas grandes fabricantes de automóveis na Austrália são a Holden, que constrói o Commodore e seus vários derivados e Toyota, que fabrica o Camry. Embora a Toyota não mencione seus planos para o futuro, Holden já declarou, anteriormente, que irá lançar a nova geração do Commodore, em 2017, bem como iniciar a produção do Cruze 2015, no ano que vem. As duas fábricas que continuarão no mercado australiano, provavelmente, enfrentarão problemas sem a produção da Ford, e a menor demanda para os vários fornecedores locais, será um golpe ainda maior para a indústria local de autopeças.
 
Apesar do fechamento de suas duas fábricas na Austrália, a Ford vai manter seus 1.500 engenheiros e designers que trabalham no Centro de Design da empresa, um centro mundial de excelência para o desenvolvimento de veículos da marca.
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