A IHS, empresa de pesquisa de mercado, analisou, no primeiro trimestre de 2014, cerca de 1,8 milhão de transações de compra de veículos novos no mercado norte-americano e concluiu que a maior taxa de fidelização da indústria automobilística, nos Estados Unidos, foi alcançada pela Ford, com um índice de 64 por cento. 
 
Na sequência do estudo, Mercedes-Benz e Toyota, seguidas por Nissan, Chevrolet, Subaru, Honda, BMW, Lexus e Hyundai.
 
No geral, a fidelidade à marca, em média, caiu ligeiramente para 51 por cento no primeiro trimestre, segundo a IHS. A pesquisa, realizada com clientes individuais, excluiu as vendas de frotas e cobriu 35 marcas de automóveis que disputam o mercado naquele país.
 
A conquista da fidelidade passa por estratégias de publicidade digital que incluem um processo de busca de novos clientes no varejo com a retaguarda do marketing one-on-one em forma de boletins informativos, news letters, distribuídos com freqüência aos proprietários de veículos da marca.
 
Essa logística permite uma correlação positiva entre a relação de lealdade e participação no mercado de varejo, pois se uma montadora é capaz de melhorar os resultados de fidelidade, há uma probabilidade de que, também, vai melhorar sua quota do bolo do mercado.
 
Não é bem o que acontece no Brasil, onde o imediatismo das vendas afeta a confiança que os clientes depositam no trabalho das concessionárias, em geral, onde o atendimento deixa a desejar, o que significa falta de comprometimento com a própria marca. Só um cafezinho ou uma promoção qualquer não significam empenho profissional em relação a respeito, atenção e habilidade para ter um cliente para sempre.
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