Ao dar continuidade à execução do plano “One Ford”, Mark Fields, CEO da montadora americana, revelou as metas que serão perseguidas com uma projeção de atingir, em 2020, um volume de 9,4 milhões de veículos em suas vendas globais. Porém, o executivo informa que, em 2014, não há previsão de lucro.
 
O esforço da empresa para aumentar as vendas de seus produtos em 52%, até o fim da década, tem por base o crescimento dos mercados asiáticos além da expansão da oferta global de carros pequenos e veículos utilitários. Também fazem parte do plano fortes investimentos na marca de luxo Lincoln.
 
As declarações aconteceram durante uma reunião com analistas, jornalistas e investidores da Companhia. Fields disse, também, que a montadora vai empregar arquiteturas de alumínio nas próximas gerações de suas picapes, a começar pela F-150 Super Duty 2015.
 
As previsões do presidente da Ford Américas, Joe Hinrichs, estimam um crescimento da ordem de 21% em relação aos 2,9 milhões de veículos vendidos no ano passado, para 3,5 milhões em 2020, quando, segundo o executivo, o mercado de veículos novos nos Estados Unidos deverá alcançar um patamar entre 17 e 18 milhões de unidades.
 
As margens de lucro vão crescer um pouco nesse período, segundo ele, entre 8 e 10% até 2020. Na Europa, a empresa está melhorando seu desempenho, mas ainda espera perder 1,2 bilhão de dólares em 2014 e 250 milhões de dólares em 2015. A região que se salva é a Ásia-Pacífico que vai gerar lucros da ordem de US$ 700 milhões, este ano.
 
Um dos fatores que abala os lucros na América do Norte é a questão do recall de 850.050 unidades do Escape, C-Max, Fusion e Lincoln MKZ que custarão mais de 500 milhões de dólares.
 
Na América do Sul, para 2014, a previsão da empresa é perder cerca de US$ 900 milhões, em vez dos esperados, inicialmente, 100 milhões de dólares. Além disso, a Ford prevê perder cerca de 200 milhões de dólares, este ano, na Rússia.
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As declarações aconteceram durante uma reunião com analistas, jornalistas e investidores da Companhia. Fields disse, também, que a montadora vai empregar arquiteturas de alumínio nas próximas gerações de suas picapes, a começar pela F-150 Super Duty 2015.
 
As previsões do presidente da Ford Américas, Joe Hinrichs, estimam um crescimento da ordem de 21% em relação aos 2,9 milhões de veículos vendidos no ano passado, para 3,5 milhões em 2020, quando, segundo o executivo, o mercado de veículos novos nos Estados Unidos deverá alcançar um patamar entre 17 e 18 milhões de unidades.
 
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Um dos fatores que abala os lucros na América do Norte é a questão do recall de 850.050 unidades do Escape, C-Max, Fusion e Lincoln MKZ que custarão mais de 500 milhões de dólares.
 
Na América do Sul, para 2014, a previsão da empresa é perder cerca de US$ 900 milhões, em vez dos esperados, inicialmente, 100 milhões de dólares. Além disso, a Ford prevê perder cerca de 200 milhões de dólares, este ano, na Rússia.
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