Uma greve de 220.000 empregados liderada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, na África do Sul, já em sua segunda semana de protesto, obrigou a Ford e GM a suspender suas produções. Provavelmente, serão seguidas por outras montadoras, alimentando boatos de que a Ford poderia deixar o país.
 
Todavia, Jim Benintende, presidente das operações do Oriente Médio e África, da Ford, tranqüilizou a todos afirmando que a empresa tem um compromisso de longo prazo com a África do Sul e que revelará, nos próximos dias, um anúncio de novos produtos da companhia para o país.
 
A greve geral, motivada pelo desejo de melhores salários no setor, atingiu o fornecimento de autopeças o que comprometeu a continuidade de funcionamento das linhas de montagem. 
 
Ford vende cerca de 6.000 veículos por mês na África do Sul, o que lhe garante o terceiro posto no ranking de vendas do setor automotivo no país, atrás de Toyota e Volkswagen. A empresa usa, também, a sua base na África do Sul para exportar veículos para diversos países.
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