No Brasil, a Série F também tem uma longa tradição, desde o pioneiro F-60.

A Ford vendeu mais de 1,075 milhão de picapes Série F em 2018 e ampliou sua liderança mundial na categoria. A maior parte desse volume foi destinada ao mercado norte-americano, onde ela agora é a picape mais vendida há 42 anos e o veículo mais vendido há 37 anos.

Para se ter uma ideia, se todos esses veículos fossem enfileirados, um jato comercial levaria mais de oito horas voando a 800 km/h para percorrer seus 6.400 km. E, durante esse tempo, a marca teria vendido quase 1.000 picapes a mais da Série F – uma a cada 29,3 segundos.

“Estamos orgulhosos e honrados em ajudar nossos clientes de picapes e veículos comerciais em todo o planeta a realizar o seu trabalho, com modelos que vão da Ranger à Transit”, disse Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. “A Série F é líder mundial de vendas e referência em capacidade e tecnologia no segmento.”

Se a Ford Série F fosse um negócio próprio, teria uma receita próxima de US$ 50 bilhões, tendo como base o preço médio de US$ 46.700 da picape nos EUA. Ou seja, uma receita maior que empresas como Oracle (US$ 37 bilhões), American Express (US$ 35 bilhões) ou Best Buy (US$ 42 bilhões).

Junto com o crescimento do volume, os preços médios de venda da F-Series também aumentaram cerca de US$ 7.400 desde o lançamento da nova F-150 com carroceria de liga de alumínio em 2014. A linha é formada por modelos que vão da F-150 XL até a F-450 Super Duty Limited.

No Brasil, a Série F também tem uma longa tradição, desde o pioneiro F-600 – primeiro veículo nacional produzido pela Ford, em 1957 – a modelos como a F-1000 e F-250. Hoje, a linha é representada no país pelos modelos F-350 e F-4000, que pertencem ao segmento de caminhões.

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