Durante a apresentação do relatório semestral provisório, o Presidente do Conselho Administrativo da Audi, Rupert Stadler, declarou que “nos primeiros seis meses deste ano, o Grupo Audi demonstrou mais uma vez sua solidez”. Apesar das altas despesas antecipadas para novos modelos, tecnologias e a expansão da sua rede de produção mundial, a marca não perdeu de vista suas metas de lucratividade. 
 
A Audi não ficou imune ao desenvolvimento heterogêneo dos mercados mundiais, mas o número recorde de carros entregues confirma a solidez da empresa e de todo o Grupo. Além disso, foi mantida a forte demanda pelos produtos da marca, mesmo que modelos importantes do portfólio já tenham lançamentos das próximas gerações programados. Esses carros representam aproximadamente 40% das vendas unitárias. Luca de Meo, Membro do Conselho Administrativo da Audi para Vendas e Marketing, afirmou: “Pretendemos crescer o ano todo e continuaremos a superar com sucesso os muitos desafios que enfrentamos”. Devido à alta volatilidade dos mercados e aos custos para desenvolvimento e lançamento de novos modelos, operações corporativas cautelosas são fundamentais. 
 
Com um aumento das vendas unitárias de 3,8% na primeira metade de 2015, a Audi está em vias de estabelecer um novo recorde para o ano. Foram 902.389 carros entregues, enquanto no mesmo período de 2014 foram 869.357. A família A3 e os SUVs Q3 e Q5 são particularmente populares junto aos clientes do mundo todo. 
 
Além disso, de janeiro a junho, o Grupo Audi gerou receitas totais de € 29.784 milhões (2014: € 26,690 milhões) –  um aumento de 11,6%. Durante o mesmo período, a empresa aumentou seu lucro operacional em cerca de 9,1% para € 2,914 milhões (2014: € 2,671 milhões) –  antes da renovação de modelos importantes, como o Audi A4.
 
Já o custo das vendas do Grupo Audi teve alta de cerca de 8,1% para € 23,636 milhões (2014: € 21,870 milhões), devido ao forte crescimento dos negócios. Ao mesmo tempo, as despesas com as vendas de automóveis subiram para € 2,592 milhões (2014: € 2,419 milhões).
 
Para 2015, a empresa planeja ainda entregar mais automóveis que em 2014, um desafio diante do ambiente econômico que se apresenta. Ao mesmo tempo, as despesas antecipadas estão crescendo com novas instalações de produção, tecnologias inovadoras e novidades no portfólio. Soma-se a isso, a grande competitividade do segmento premium em mercados-chave e a transformação tecnológica na indústria automotiva relacionada a sistemas de direção alternativos, além de questões relacionadas ao limite de emissões de CO2 no mundo todo.
 
Com o crescimento almejado do volume de negócios, as receitas do Grupo Audi também crescerão, com a taxa de expansão dependendo das condições econômicas em geral. Além disso, a empresa espera obter um retorno operacional sobre as vendas dentro da sua meta estratégica de 8% a 10%.
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