Da importação de carros à fabricante nacional de automóveis, marca consolida sua presença no país e acelera rumo ao futuro

A Nissan do Brasil completa hoje duas décadas de atividades oficiais no país. Evoluindo de uma operação de importação de carros para se consolidar como uma fabricante nacional de automóveis e motores, a marca tem inúmeros motivos para comemorar sua presença em solo nacional.

“Os últimos 20 anos foram muito importantes para a consolidação da Nissan no mercado brasileiro. Apesar de sermos ainda jovens no país, temos uma fábrica muito eficiente, escritórios em diferentes cidades do país, uma rede de concessionárias forte e bem distribuída, e uma equipe, de cerca de 2.000 funcionários, muito profissional e dedicada. Alinhados com o Nissan NEXT, plano global de transformação da marca até 2023, seguimos planejando cada passo do nosso crescimento local, comprometidos com o país, a sustentabilidade do negócio, com foco no cliente e na qualidade japonesa”, afirma Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil.

Os resultados alcançados pela da subsidiária da Nissan no Brasil, a primeira da marca na América do Sul, fazem com que a celebração fique ainda mais forte. Durante as duas décadas, foram quase 885 mil* carros comercializados no país. Além disso, produziu-se mais de 646 mil ** automóveis da Nissan em solo nacional, nas fábricas de Resende (RJ) e São José dos Pinhais (PR). O modelo mais vendido pela marca no período foi o Nissan Versa, seguido do crossover Nissan Kicks e do compacto Nissan March. Além disso, a evolução de participação de mercado ao longo dos anos foi de 0,02% em 2.000 para 3.3% no acumulado do ano de 2020 (janeiro a setembro).

Um pouco da história

Após ter sido representada por empresas importadoras locais em diferentes épocas no Brasil – os primeiros registros datam do início dos anos 1950, quando até mesmo alguns veículos chegaram a ser montados em São Paulo – a Nissan se instalou oficialmente com uma filial no país no ano 2000. Inicialmente, a marca comercializou veículos importados de outros países. O primeiro deles foi a Nissan Pathfinder, um dos SUVs ícones da Nissan em todo o mundo.

Pouco tempo depois, no dia 20 de dezembro de 2001, era inaugurada a fábrica de veículos comerciais para produzir modelos da Renault e da Nissan em São José dos Pinhais, no Paraná, dentro do Complexo Industrial da Renault. Esta foi a primeira fábrica comum da Aliança no mundo e passou a produzir em 2002 a picape Nissan Frontier, que foi seguida, a partir de 2009, de outros modelos da marca como o Nissan Livina, Livina X-Gear e Grand Livina.

Com uma linha composta por veículos importados e por modelos nacionais produzidos na unidade de veículos comerciais, a Nissan foi crescendo e conquistando os brasileiros. Em 2011, a Nissan deu um passo importante em sua estratégia de crescimento e consolidação no país, anunciando um investimento de R$ 2,6 bilhões para construir o Complexo Industrial de Resende, no estado do Rio de Janeiro, 100% dedicado a produção de automóveis Nissan. Até hoje um dos maiores investimentos já feitos no Brasil dedicados a um complexo fabril no setor automotivo.

O Complexo Industrial de Resende foi inaugurado em 15 de abril de 2014, com fábricas de automóveis e de motores. A unidade de veículos apresenta um ciclo completo de produção, incluindo área de estamparia e unidades de injeção e pintura de peças plásticas, e já nasceu como uma das mais modernas e sustentáveis da Nissan no mundo. A produção começou com os modelos Nissan March e Nissan Versa e os motores flexfuel 1.0 12V, de três cilindros, e 1.6 16V, de quatro cilindros.

A empresa sempre demonstrou atrevimento em seus investimentos e compromisso com o Brasil. Tanto que apesar de ainda jovem no país, foi patrocinadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e o Kicks foi o carro comando do revezamento da tocha, passando por mais de 300 cidades de diferentes regiões do país, em um percurso que durou 90 dias. O revezamento marcou o lançamento mundial do Kicks e o início de seu sucesso. Em 2017, o modelo passou a ser produzido em Resende (antes era importado do México) e foi eleito o melhor SUV da América Latina. Desde o seu lançamento, a planta de Resende já produziu mais de 170 mil unidades do modelo que hoje é o mais vendido da marca no país e na América Latina.

Assim, a empresa, que tinha 200 funcionários em 2010 no país, hoje conta com mais de 2.000 empregados diretos. Eles ficam divididos entre:
• Sede da Nissan do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro
• Complexo Industrial e Centro de Armazenamento e Distribuição de Peças, ambos em Resende (RJ)
• Escritório com foco na área comercial, na cidade de São Paulo
• Centro de Treinamento, em Jundiaí (SP)
• Áreas de Engenharia e Compras, em São José dos Pinhais (PR)

Além destas equipes, a Nissan do Brasil abriga ainda o Estúdio Satélite de Design, um dos sete hubs de design da marca no mundo, dedicado aos projetos para a América Latina, como o Nissan Kicks, por exemplo. Também criou o Instituto Nissan, braço de responsabilidade social e sustentabilidade da empresa no país. Além disso, a empresa mantém desde 2012 um grupo de atletas de modalidades olímpicas e paralímpicas, o Time Nissan, que vem conquistando centenas de medalhas para o esporte brasileiro.

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