Em oito décadas de existência, a Nissan firmou-se como uma das fabricantes líderes da indústria automobilística em inovação, tecnologia e desempenho de seus produtos. Um dos veículos da sua linha que resume bem isso é o Nissan GT-R, um dos superesportivos mais cultuados do mundo e que encantou os brasileiros quando foi exibido no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, no fim de 2014. Agora, o esportivo japonês poderá ser visto também nas ruas do país.
“Somos uma das mais inovadoras marcas de automóveis do mundo e queremos levar sempre para os brasileiros o que temos de melhor. Por isso, confirmamos que o nosso maior ícone e o mais rápido carro de produção em série do mundo, o Nissan GT-R, chegará oficialmente ao Brasil em 2016”, anunciou José Luis Valls, Chairman da Nissan América Latina.
 
Ícone da indústria automobilística mundial, o Nissan GT-R é fabricado exclusivamente na unidade da Nissan de Tochigi (Japão), com produção limitada a mil unidades por mês. Seu motor V6 3.8 biturbo, com 552 cv de potência, é produzido artesanalmente na fábrica de Yokohama (Japão), em uma sala especial livre de poeira, em processo semelhante à construção de um propulsor de competição feito para a NISMO, a divisão de motorsports da Nissan. Cada unidade recebe uma placa personalizada com o nome do engenheiro responsável por sua produção, conhecido como “Takumi” (mestre artesão, em japonês).
“Para criar uma lenda, nos baseamos em uma experiência completa de condução. Como a sigla GT sugere, um dos objetivos nesse processo de criação é oferecer uma condução excitante, mas também confortável, não importando quais as condições do pavimento ou do clima. Ao mesmo tempo o R do sobrenome refere-se a outros objetivos, como entregar um desempenho excepcional e elevado, inspirado em um bólido de competição”, explica Hiroshi Tamura, Chefe de Produto Especialista no GT-R.
 
Desenvolvida especialmente para o Nissan GT-R, a plataforma Premium Midship – com carroceria monobloco – permite o uso de eixo transversal independente na traseira para a tração integral, sistema batizado pela Nissan de Advanced Total Traction Engineering System for All-Terrain (ATTESA). Com ele, a transmissão, a caixa de transferência e a final ficam todas na traseira do veículo, dispensando o uso dos tradicionais eixos de torção. Isso permite à suspensão operar de forma independente e tornar ainda mais eficiente a aderência dos pneus. E o torque pode ser passado totalmente para traseira ou dividido 50% em cada eixo, dependendo dos dados da velocidade, aceleração lateral, deslizamento dos pneus, da superfície da estrada e da curva a ser feita.
Informações sobre o pacote de equipamentos que será disponível no Brasil e preços serão anunciadas em breve.
 
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