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O primeiro dia da expedição “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”, que vai ajudar a divulgar os principais sítios de arte rupestre do país, foi marcado pelo encontro dos convidados com as origens do Brasil. A caravana de 14 Nissan Frontier entrou em uma “máquina do tempo” e faz uma volta de mais de 10 mil anos no tempo ao visitar alguns dos locais de Minas Gerais que estão entre os mais antigos e importantes sítios arqueológicos do mundo.
 
Os aventureiros da expedição puderam conhecer de perto o crânio da Luzia, no sítio arqueológico da Lapa Vermelha. Trata-se do fóssil humano (“Homo Sapiens”) mais antigo encontrado na América – a estimativa é que tenha entre 12.500 a 13 mil anos. O fóssil pertenceu a uma mulher de cerca de 20 anos de idade, segundo pesquisas. O nome foi dado pelo biólogo Walter Alves Neves.
 
O crânio foi encontrado no início dos anos 1970 pela missão arqueológica franco-brasileira. Descoberto em escavações na Lapa Vermelha, em uma gruta famosa pelos trabalhos do cientista Peter Lund (que dá nome ao museu do Parque Estadual do Sumidouro), que descobriu, entre 1835 e 1845, milhares de fósseis de animais extintos, além de 31 crânios humanos em estado fóssil.
 
 
A atividade seguinte foi o plantio de mudas de Ipê Amarelo no “Abrigo da Samambaia”. A frota de Nissan Frontier seguiu então para a trilha do Sumidouro. Lá, os jornalistas e convidados subiram até o mirante da lagoa do Sumidouro, onde é possível visualizar toda a região de entorno. Em seguida, visitaram o paredão da lapa do Sumidouro, que tem pinturas rupestres de milhares de anos. As atividades do primeiro dia terminaram na Casa Fernão Dias, Patrimônio Cultural tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico onde é contada a história do bandeirante, que por alguns anos se instalou na região.
 
“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”
O conceito do projeto segue o compromisso da Nissan de estar cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros e, assim, une os produtos da marca com ações que contribuam com o país. No caso, contribuir com a cultura e a pesquisa científica ao divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros. Algumas das pinturas deixadas pelos primeiros habitantes de nosso país chegam a ter 12 mil anos e serão visitadas durante o projeto.
 
Além de Minas Gerais, a frota de picapes Nissan Frontier vai percorrer estradas e caminhos off road de diferentes estados do Brasil, como Piauí, para levar jornalistas e convidados a uma volta no tempo para conhecer diferentes sítios de pintura rupestre e também ver o trabalho dos profissionais e pesquisadores que ajudam a mantê-los.
 
 
Em 2014, a Nissan inaugurou seu Complexo Industrial brasileiro, em Resende (RJ) e, desde então, se integra cada vez mais a sociedade e apoia o desenvolvimento social e cultural do país. A empresa entende que existem pontos importantes da história do país, e o trabalho de muitos brasileiros, que são pouco conhecidos da população. Por isso, a Nissan inicia estas expedições temáticas para levar convidados e jornalistas a ver de perto toda a riqueza da história do Brasil e ajudar a divulga-la.
 
Para chegar aos destinos de cada etapa, o grupo de expedicionários está conduzindo a nova Nissan Frontier, modelo que começou a ser vendido no mercado brasileiro em março deste ano. Além da modernidade, do design totalmente novo e robusto, a peça-chave da 12ª geração da Nissan Frontier é a estrutura ainda mais resistente, com um chassi reforçado, quatro vezes mais forte, ao mesmo tempo que é mais leve e eficiente. Com oito barras transversais, conta com um outro chassi sobreposto por dentro com soldas contínuas, chamado de duplo “C”. Assim, o veículo fica ainda mais resistente às tensões da torção da carroceria.
 
E a Nissan Frontier é mais do que força, por isso uma combinação de tecnologias permite extrair o máximo em desempenho no fora-de-estrada e garantir uma condução confortável, enquanto itens inéditos para o modelo estão a serviço do condutor. Entre eles, o Controle Automático de Descida (HDC) e o Sistema de Auxílio de Partida em Rampa (HSA). Ambos sistemas atuam automaticamente nos freios do veículo para controlar descidas íngremes ou saídas do carro da imobilidade em subidas. A picape está disponível na versão cabine dupla com tração 4×4 e é equipada com o novo e moderno motor diesel 2.3 com duplo turbo. A Nissan Frontier é vendida em 33 mercados da América Latina e é um dos modelos mais vendidos da marca na região.

 

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