Ao abrir as portas no dia 15 de julho de 2015 e oficializar a importação de seu primeiro automóvel – o icônico 911 GT3 −, a Porsche Brasil tornou-se a primeira subsidiária da marca na América Latina. Cinco anos depois e mais de 7.200 veículos entregues desde sua inauguração, o resultado positivo é nítido: maior presença no mercado brasileiro, relacionamento mais próximo do cliente, aumento nos números de vendas, ampliação da rede de concessionários e incremento na presença de mídia. E, tão importante quanto tudo isso, uma aproximação sem precedentes com os apaixonados fãs da marca.

A abertura da subsidiária brasileira permitiu ganhos de possibilidades e oportunidades para a Porsche, além de beneficiar diretamente os clientes da marca. O crescimento da rede de concessionários é outro indicador da ampliação da presença da Porsche no Brasil. Em 2015, havia revendedores em seis cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Ribeirão Preto). Nos anos seguintes, foram abertos Porsche Centers em Recife, Campinas, Florianópolis e Belo Horizonte, nesta ordem. Até o fim de 2020, estão previstas as aberturas de três novos concessionários.

A tradição híbrida na Porsche teve início em 1899 com o Lohner Porsche, o primeiro veículo do mundo a contar com um motor elétrico alimentado por bateria juntamente com um motor a combustão, que foi projetado e construído por Ferdinand Porsche. Em 2016, no primeiro salão do automóvel de São Paulo que a marca participou desde sua chegada como subsidiária, o destaque a apresentação do Cayenne S E Hybrid, que ganhou o prêmio de carro mais eficiente em sua categoria.

A presença da Porsche no Brasil remonta à primeira metade da década de 1950, quando os primeiros carros da marca foram trazidos por agências (como se chamavam os revendedores de automóveis da época) independentes.

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