A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) participou na cidade de Natal (RN), entre os dias 03 a 05 de abril, do Workshop do Projeto Vida no Trânsito, que tem o objetivo de desenvolver ações preventivas com relação à violência no trânsito, visando diminuir os índices de acidentes e, ao mesmo tempo, estimular a uniformização dos dados estatísticos, para que haja unidade nas ações de prevenção e na implantação de medidas educativas.
 
Na programação foi realizada a apresentação do projeto pela Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e Ministério da Saúde, bem como apresentação dos resultados da implantação do Projeto Vida no Trânsito em Teresina. O Ministério da Saúde vem buscando implantar o projeto em âmbito estadual, a exemplo das experiências realizadas em outros estados como Piauí, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
 
De acordo com o superintendente da Strans, Pang Yen Hsiao, a oficina foi importante para que fossem mostrados os resultados do trabalho realizado em Teresina. “A união de forças foi o que fez com que a redução de acidentes de trânsito acontecesse em nossa cidade. Daremos continuidade ao trabalho, pois sabemos o quanto o projeto tem sido importante para salvar vidas”, afirmou.
 
De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 300 mil brasileiros perderam a vida no trânsito entre os anos de 2000 e 2008. Entre as causas externas, os óbitos decorrentes de acidentes de trânsito representam a primeira nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 40 a 60 anos de idade ou mais. Ainda considerando as mortes por causas externas, o trânsito é o segundo maior motivo de óbito para quem tem idade entre zero e 4 anos e entre 15 e 39 anos.
 
Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicadas no Informe Mundial sobre Situação da Segurança Viária, em 2009, indicam que 1,3 milhão de pessoas morrem anualmente no trânsito e que, até 2030, esse número poderá chegar a 2,4 milhões, caso medidas enérgicas não sejam tomadas.
 
Mais de 90% dos acidentes com vítimas fatais ocorrem em países de baixa e média renda, que concentram menos da metade da frota mundial de veículos motorizados. Os usuários mais vulneráveis são os pedestres, motociclistas e ciclistas.
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