Ir de uma zona a outra da cidade utilizando ciclovias e ciclofaixas. Com esse objetivo, o Plano Diretor Cicloviário de Teresina apontará a criação de uma rede integrada para uso de bicicletas, promovendo a mobilidade urbana e o transporte sustentável. Atualmente, a capital conta com 40,3km de vias exclusivas destinadas a bicicletas. A proposta do Plano é medir a qualidade do transporte cicloviário não somente por quilômetros, mas principalmente pela facilidade do acesso e pela integração nas diversas zonas de Teresina.   
“Nós estamos pensando no bem estar da população, ofertando espaços seguros para usuários de transportes não-motorizados; conseguindo, assim, orientar o desenvolvimento da cidade. Teresina crescerá de forma justa, coletiva e ordenada”, avalia Constance Jacob, secretária executiva de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN).            
De acordo com a secretária executiva, as altas temperaturas não impedem o uso da bicicleta como modal de transporte: “Tradicionalmente, a bicicleta é utilizada como transporte em Teresina, e não apenas como forma de lazer ou prática esportiva. O que propomos é um melhor planejamento cicloviário, que atenda à cidade que temos e que estamos construindo. Colhemos as informações da sociedade e estamos elaborando o Plano Diretor de forma a tornar Teresina uma cidade mais ciclável, com mais conforto e segurança, e permitindo que o ciclista possa trafegar em rede, com fácil acesso às vias destinadas à bicicleta, de uma zona a outra da cidade”, explica.
O Plano Diretor Cicloviário ainda deve traçar as diretrizes que trarão melhorias no sistema viário, permitindo a integração entre diferentes modais de transporte e também deve incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, desenvolvendo instrumentos eficazes para a implantação de ciclovias, de forma que propicie, ainda, segurança e comodidade para os ciclistas.
“O Plano também pretende reduzir as desigualdades e promover a inclusão social e a mobilidade urbana, dando prioridade à bicicleta, ao transporte coletivo e, por último, ao transporte individual motorizado, dentro de uma nova visão da gestão municipal que é a de proporcionar que as pessoas se empoderem da cidade”, finaliza Constance Jacob.
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