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\"\"Parte integrante do sistema de exaustão do veículo, o escapamento tem ganhado mais atenção dos motoristas no momento da manutenção por ser um item avaliado na inspeção ambiental veicular da cidade de São Paulo. “Se houver irregularidades, como escapamento remendado com latas e arames, o veículo é rejeitado já na pré-inspeção e nem passa pela inspeção de gases e ruído”, afirma o engenheiro Henry Grosskopf, especialista em sistemas de exaustão e gerente de produtos da Tuper Escapamentos e Catalisadores. Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de escapamento (corrosão excessiva, furos não originais e falta de componentes), que causem vazamentos ou entradas falsas de ar ou aumento do nível de ruído também reprovam na pré-inspeção.
 
Na inspeção visual, a avaliação é feita também para verificar se há presença de algum tipo de aplicação e fixação do catalisador irregular, bem como alguma anormalidade na fixação e conexão da sonda lambda. Caso positivo, o veículo será rejeitado.
 
Vilões do escapamento – É fundamental fazer revisões periódicas para garantir o funcionamento adequado do sistema, no entanto, Grosskopf ressalta que alguns hábitos podem comprometer a vida útil do escapamento. “Um dos grandes vilões do escapamento é a má qualidade do combustível, que ocasiona corrosão”, alerta. Pesquisa realizada, com 2 mil reparadores e 2,5 milhões de motoristas de carros, pela Cinau – Central de Inteligência Automotiva, do Grupo Oficina Brasil e do portal i-Carros, já revelou que o combustível adulterado é um problema que afeta 40% dos proprietários de veículos. Trajetos curtos acumulam água na tubulação e nos silenciosos e não deixam que o sistema trabalhe em temperatura adequada, causando corrosão.
 
O modo de dirigir também pode interferir na vida útil do escapamento. “Buracos, lombadas e ondulações no asfalto, frequentemente, amassam, furam e até fazem soltar componentes do escapamento”, salienta o engenheiro.
 
Para verificar o estado geral do sistema, o engenheiro recomenda fazer avaliações periódicas em oficina de confiança e ficar atento em ruídos provenientes do escapamento. “Ruídos podem ser sinal de avarias, indicando que a peça não está desempenhando sua função corretamente”, adverte.
 
Seguindo os cuidados necessários, o catalisador pode durar até os 80.000 km (original) e 40.000 km (reposição). Em caso de troca, é preciso ficar atento ao selo do Inmetro. Para garantir a qualidade da peça aos consumidores, desde abril de 2011, só é permitida a comercialização de catalisador com o selo do Inmetro no mercado de reposição.
 
Grosskopf lembra ainda que a troca dos componentes deve ser feita com modelos compatíveis aos originais para manter os níveis de emissões e ruídos em conformidade com a regulamentação.
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