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Saiba como cuidar da polia do alternador e do impulsor de partida

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Existem algumas peças, como a polia do alternador e o impulsor de partida, que exigem a atenção do motorista para evitar eventuais problemas no veículo. Segundo técnicos da ZEN, autopeça catarinense que fabrica esses dois itens, é necessário observar alguns sinais importantes que indicam que algo não está funcionando corretamente no carro. Veja as orientações a seguir e saiba como evitar imprevistos:
Polia do alternador
Responsável por passar o giro do motor do automóvel para o alternador através de uma correia, esse componente transforma energia mecânica em elétrica para carregar a bateria.Para evitar surpresas desagradáveis, Allan Maurici,responsável por testes na área de laboratório experimental da ZEN, afirma que, tanto a polia, quanto o alternador, devem ser verificados sempre que o condutor observar que a lâmpada de carga (que tem o desenho de uma bateria) no painel de instrumentos está acesa. “Se a lâmpada permanecer acesa com o motor em funcionamento, procure imediatamente uma oficina especializada”, recomenda. Outros sinais são o ruído (no caso da polia), dificuldade para dar a partida ou oscilações na iluminação interna (alternador).
O analista ainda alerta que o motorista percebe facilmente quando a polia apresenta falhas. “Ela começa a patinar, como dizem os mecânicos, e passa a emitir um barulho anormal. Quando isso acontece, é sinal de que a peça perdeu a capacidade de transmitir torque, impedindo o alternador de gerar energia para recarregara bateria”, explica. Existem casos em que a peça trava, falha que exige uma investigação mais detalhada para ser identificada. Os dois casos exigem a substituição do componente em uma oficina elétrica de confiança. O procedimento leva cerca de duas horas.
Impulsor de partida
Um dos principais erros cometido pelos motoristas é insistir em acionar o motor, caso haja demora na ignição. Esse ato pode forçar o motor de partida ─ item instalado junto ao motor à combustão do veículo e que serve para acionar o propulsor até que comecem as explosões ─ e provocar um superaquecimento do componente, fazendo com que seja necessário esperar ainda mais tempo para ligar o carro e – o que é pior – causar danos ao dispositivo.
De acordo com Maurici, insistir por muito tempo na ignição do motor pode trazer dor de cabeça ao motorista. “Por via de regra, os motores de partida são projetados para operar continuamente por um tempo máximo de 30 segundos. Caso o motor de combustão não entre em funcionamento ao final deste período, é necessário o intervalo mínimo de 2 minutos entre as partidas para que ocorra o devido resfriamento do motor de partida”, recomenda.
No que diz respeito à manutenção, um dos principais cuidados deve ser com o óleo lubrificante, ficando atento aos períodos corretos de troca, a checagem dos parafusos de fixação do motor de partida e também a parte elétrica relacionada a ele. Além disso, a bateria do carrodeve estar em boas condições, já que, sem energia, o impulsor pode não funcionar corretamente. Outra dica é solicitar ao mecânico que verifique o indicador de carga, além de checar se os cabos elétricos estão bem conectados e se o motor apresenta algum ruído.
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