Além da dor de cabeça ao bater um carro, o motorista ainda fica com aquela dúvida: como escolher uma boa oficina? Quem não tem o costume de levar o carro para manutenção preventiva fica totalmente sem referências para essa escolha numa hora de necessidade imediata. 
Um amigo acaba indicando uma oficina que tem um bom preço. Mas preços baixos não garantem bom serviço. E as diferenças entre as oficinas do mercado não estão só na questão dos valores praticados. 
Há oficinas modernas, altamente estruturadas, capazes de reparar seu carro com qualidade e produtividade. Mas ainda existem aquelas que não se modernizaram e fazem o reparo com técnicas arcaicas e equipamentos desatualizados – o resultado é um reparo malfeito e a demora na conclusão do serviço.   
Para ajudar o proprietário de veículo nesse momento de angústia, o CESVI relaciona aqui algumas características que você deve buscar para saber se a oficina é de fato apta a realizar um reparo de qualidade.
Legalidade
 
Uma das evidências de uma boa oficina começa com a questão legal: ela tem alvará de funcionamento da Prefeitura? Tem atestado de vistoria do Corpo de Bombeiros? Possui licença ambiental de operação? Todos esses documentos devem estar expostos e com fácil visualização para os clientes.
 
Atendimento
 
Uma boa oficina oferece um atendimento adequado ao cliente, com condições apropriadas de conforto: recepção com sanitário exclusivo para clientes próximo da sala de espera, oferta de água e café, instalações apropriadas para os peritos de seguradoras.
 
Certificados e treinamento
 
Em cumprimento à lei 15.297 de 2014, que dispõe sobre as normas básicas das oficinas de reparação, o responsável pela oficina deve comprovar sua capacitação técnica por meio de certificado e treinamento técnico realizado pela empresa.
 
Qualificação técnica
 
Verifique se a oficina possui certificações técnicas ou atestados de qualidade, que geralmente abrangem os processos e equipamentos usados. 
Serviços oferecidos
 
Certifique-se de que a oficina tem total autonomia em todos os serviços que se dispõe a exercer e, nos serviços terceirizados, se ela exige o mesmo padrão de qualidade do serviço próprio. Um funcionário deverá explicar tudo o que precisa ser feito no veículo quando for apresentado o orçamento, esclarecendo todas as dúvidas. Também é importante, antes de tudo, verificar as condições do CNPJ da oficina. Ela deve apresentar nota fiscal descriminando todo o serviço realizado no veículo, bem como as peças substituídas.
 
Garantia
Confira se a oficina menciona ou apresenta certificado de garantia dos serviços prestados (de 30 a 90 dias).  
 
Infraestrutura
Veja se há boa conservação do imóvel, bom estado de limpeza, boa organização, localização e acesso facilitado à oficina. O ambiente deve ser agradável, organizado e bem iluminado. Equipamentos e ferramentas devem estar em lugares específicos, assim como as peças e os demais materiais. 
 
Equipamentos
Dependendo dos serviços prestados pela oficina (funilaria, pintura), existem alguns equipamentos que são fundamentais. Você pode pedir uma explicação dos métodos e processos envolvidos no reparo do seu carro. Com uma breve apresentação do proprietário, você poderá saber se a oficina conta com equipamentos adequados, como solda ponto, bancada de estiramento, solda MIG/MAG e cabine de pintura de pressão positiva (estufa).
 
Busque referências
 
É sempre bom pedir indicações de um amigo ou parente que já tenha precisado de algum trabalho de funilaria e pintura. Porém, vale a pena buscar referências de órgãos e empresas certificadoras e que atestam capacitação, como o IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e o CESVI BRASIL.
 
Fonte: CESVI BRASIL
Artigos Relacionados
Leia mais em Notícias
Comentários estão fechados

Veja também

Di Grassi inicia no sábado (16) campanha pelo bicampeonato

Em temporada de muitos recordes e vitórias, Lucas pode ampliar marca extraordinária na Fór…