Fundamental para garantir a segurança dos ocupantes do veículo, o sistema de freios merece atenção especial na hora da reparação. Uma falha pode ocasionar graves acidentes. “Muitos motoristas reclamam que o sistema de frenagem perde eficiência logo após a substituição de pastilhas, discos, lonas e tambores. Por isso, é muito importante que o reparador oriente o cliente a utilizar o sistema de freio com moderação por pelo menos 500 km”, alerta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata. Ele explica que a falta de eficácia logo após a troca dos componentes é motivada pela fase de assentamento entre o material de atrito discos e tambores.
Outro fator que pode trazer ineficiência à frenagem é a aplicação de pastilhas novas em discos de freios já desgastados. Segundo Silva, os sulcos dos discos dificultam o assentamento das peças. “É essencial não só trocar discos e pastilhas, mas fazer um check-up completo no sistema, verificando freio traseiro e também a parte hidráulica”, enfatiza.
Desgastar os cantos da  pastilha nova, prática que, às vezes, se observa no mercado, para facilitar o assentamento no usado disco também não é recomendável, pois diminui a área de atrito da pastilha com o disco, reduzindo, assim, a eficiência.
Ele explica que a redução da eficiência provoca, muitas vezes, superaquecimento do sistema de freio, danificando não só o disco que acaba ficando azulado, mas também as pastilhas que ficam com a face queimada.
Para evitar problemas, a recomendação é fazer o diagnóstico completo do sistema de freio, substituindo as peças necessárias.
Artigos Relacionados
Leia mais em Notícias
Comentários estão fechados
Fundamental para garantir a segurança dos ocupantes do veículo, o sistema de freios merece atenção especial na hora da reparação. Uma falha pode ocasionar graves acidentes. “Muitos motoristas reclamam que o sistema de frenagem perde eficiência logo após a substituição de pastilhas, discos, lonas e tambores. Por isso, é muito importante que o reparador oriente o cliente a utilizar o sistema de freio com moderação por pelo menos 500 km”, alerta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata. Ele explica que a falta de eficácia logo após a troca dos componentes é motivada pela fase de assentamento entre o material de atrito discos e tambores.
Outro fator que pode trazer ineficiência à frenagem é a aplicação de pastilhas novas em discos de freios já desgastados. Segundo Silva, os sulcos dos discos dificultam o assentamento das peças. “É essencial não só trocar discos e pastilhas, mas fazer um check-up completo no sistema, verificando freio traseiro e também a parte hidráulica”, enfatiza.
Desgastar os cantos da pastilha nova, prática que, às vezes, se observa no mercado, para facilitar o assentamento no usado disco também não é recomendável, pois diminui a área de atrito da pastilha com o disco, reduzindo, assim, a eficiência.
Ele explica que a redução da eficiência provoca, muitas vezes, superaquecimento do sistema de freio, danificando não só o disco que acaba ficando azulado, mas também as pastilhas que ficam com a face queimada.
Para evitar problemas, a recomendação é fazer o diagnóstico completo do sistema de freio, substituindo as peças necessárias.
Artigos Relacionados
Leia mais em Notícias
Comentários estão fechados

Veja também

MINI estreia no Rally Dakar com três equipes no Top 5

Todos os oito times MINI percorreram o trajeto de 331 quilômetros entre Lima Pisco, no Per…