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No Brasil, onde a grande parte da energia elétrica gerada vem de fontes renováveis, como hidrelétricas, usinas solares e parques eólicos, o brasileiro está cada vez mais consciente e menos conservador em relação à utilização de veículos elétricos no país. Desde carros, ônibus, motos, bicicletas, patinetes e até cadeiras de rodas, esses veículos estão a cada dia mais presentes nos centros urbanos brasileiros.
 
Na Semana do meio Ambiente, na qual as crescentes exigências por redução nas emissões e por ações sustentáveis de modo geral estão em pauta, é importante ressaltar que também cresce a quantidade de desenvolvimentos no setor de veículos elétricos em busca de tecnologia mais eficiente e com custos mais acessíveis.
 
Três milhões de veículos leves elétricos deverão circular pelo mundo em 2020. Em 2025, serão 10 milhões e, e em 2030, esse número deve chegar a 19 milhões de unidades, de acordo com um estudo da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE). No Brasil, a tendência é que a quantidade também cresça se considerarmos que para ter direito aos descontos no IPI previstos pela politica automotiva, as montadoras terão de melhorar em, no mínimo, 12% a eficiência energética de seus veículos até 2017. No Paraná, por exemplo, tramita na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) um projeto que prevê a isenção de ICMS aos veículos de passageiros que contenham motores a combustão e elétricos.
 
Seguindo essa tendência, em maio, a polícia militar do Rio de Janeiro começou um período de testes com o modelo Nissan “Leaf” para o monitoramento de toda a orla carioca. A parceria, que terá duração de três meses, tem o objetivo de fomentar o debate sobre o incentivo a esse tipo de energia no Brasil. Após um longo período de testes, a Toyota lançou no início desse ano o híbrido Prius. Isso sem falar de outros tipos de veículos elétricos além de carros.
 
Os veículos pesados também já comportam a tecnologia dos veículos elétricos. No Brasil, ônibus híbridos são fabricados e utilizados há mais de dez anos e, em Nova York, já representam quase 50% da frota urbana.
 
Outro exemplo é o uso de motocicletas elétricas pelo exército americano nas operações logísticas e estratégicas. As vantagens são a ausência de ruído no funcionamento do propulsor elétrico, permitindo um rodar quase que “invisível” durante ações táticas e especiais, sobretudo nas operações noturnas.
 
Já as bicicletas elétricas, recém chegadas ao Brasil, são, por exemplo, adotadas pelos Correios de Portugal (CTT), como uma aposta ecológica e que visa aumentar a eficiência na distribuição das correspondências. Na China, já são mais de 120 milhões de bicicletas elétricas circulando e, na Holanda, 1 milhão.
 
Cadeiras de rodas motorizadas têm sido adotadas em shoppings centers, feiras de negócios, supermercados e outros estabelecimentos, além de pessoas com dificuldades de locomoção em seu dia-a-dia para maior comodidade na locomoção de quem precisa desse tipo de equipamento.
 
Diante desse cenário de possibilidades, a troca de informações tecnológicas, o esclarecimentos de mitos e fatos em torno da questão do fornecimento, duração e abastecimento de energia, além da performance de tais veículos se torna urgente, tanto para o benefício ambiental, quanto para que esse tipo de tecnologia seja cada vez mais acessível à população.
 
Dessa forma, a 9ª edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, será realizada entre 10 e 12 de setembro de 2013 no Expo Center Norte, em São Paulo, com o objetivo de ser o principal palco para o fomento da inovação no campo dos veículos elétricos.
 
Ricardo Guggisberg, diretor do Salão, afirma que o evento vem popularizar os benefícios dos veículos elétricos e acabar com os mitos sobre eles. “É importante que a população conheça as novas tecnologias que contribuem para a melhoria do cotidiano. Só com a popularização da mobilidade elétrica é que teremos um aumento na demanda desse tipo de veículo no país, o que fará com que ele se torne cada vez mais acessível no mercado”, afirma Guggisberg.
 
O evento, um dos mais importantes do segmento na América Latina, reunirá os maiores fabricantes de veículos elétricos e componentes, tais como Mercedes, CPFL, Renault/Nissan, Toyota, Eletrabus, Auxter, Still, Moura, Weg e DropBoards, e conta com o patrocínio da UTE Norte Fluminense e da CPFL.
 
Durante o salão também será realizado congresso que reunirá os maiores especialistas brasileiros no assunto para discutir o cenário atual do segmento no país, além do desenvolvimento e uso dos carros elétricos pela população.
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