A Pesquisa CNT de Rodovias 2014, divulgada no dia 16 de outubro, classificou a sinalização de 57,4% dos trechos como regular, ruim ou péssima, ou seja estado em que podem comprometer a segurança dos usuários. O estudo considerou 98.475 km de vias federais e estaduais. Assim, as rodovias consideradas inadequadas em relação à sinalização correspondem a 56.532 km. A classificação foi boa ou ótima para 42,6% da extensão analisada. Na avaliação, os técnicos consideraram sinalização horizontal, vertical e dispositivos auxiliares, como defensas. 
 
A pintura da faixa central, por exemplo, está em bom estado 52,4% do total. Em 40,8% está desgastada e em 6,8% não há demarcação na pista. A situação das faixas laterais é mais preocupante: a pintura está em bom estado em menos da metade da extensão analisada, 44,2%. Em 39,9% a demarcação está desgastada e em 15,9% é inexistente. 
 
Além disso, chama a atenção que, embora sejam necessárias, não há defensas instaladas em 45,9% dos trechos. “Esse é um componente que potencializa os riscos das rodovias brasileiras, porque reduz a proteção para os usuários”, alerta o diretor executivo da CNT, Bruno Batista. Apenas em 11,8% dos casos esses elementos estão presentes em todo o percurso em que são relevantes. Em 17,7% estão fixas apenas em parte do trecho em que seriam importantes. No restante (24,6%), não foi identificada necessidade da proteção. 
 
A presença de placas de limite de velocidade é observada em 73,6% das rodovias. No restante, 26,4%, não há a indicação para os motoristas. As placas de indicação – que identificam as vias e os locais de interesse, além de orientar motoristas quanto a percursos e acessos – estão presentes em 82,9% dos trechos e ausentes em 17,1%. Já as de interseção – que indicam cruzamentos ou união de duas ou mais vias – estão presentes em 57,4% das rodovias, mas não foram identificadas em 42,6% dos casos.  
 
Já sobre a visibilidade e a legibilidade das placas, os números são positivos: em 82,3% não há mato encobrindo a informação das placas e 88% estão totalmente legíveis. 
 
“A sinalização rodoviária possui papel fundamental na segurança dos usuários das vias e se torna cada vez mais essencial à medida que a velocidade operacional e o volume de tráfego crescem”, destaca a pesquisa. 
 
Federais x estaduais
 
Entre as rodovias federais, que totalizam 66.170 km analisados, 57,5% da extensão apresenta deficiências e foi classificada como péssima, ruim ou regular. Os outros 42,5% dos trechos foram considerados bons ou ótimos. No caso das estaduais, que somam 32.305 km, a situação é semelhante: há problemas em 57,1% da extensão. Outros 42,9% foram considerados ótimos ou bons. 
 
As concedidas, que somam 18.960 km, apresentam as melhores condições de sinalização: 75,7% do total pesquisado está ótimo ou bom. Outros 18,5% estão regulares, 4,1% ruins e 1,7% péssimos. 
 
Fonte: Agência CNT de Notícias
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A Pesquisa CNT de Rodovias 2014, divulgada no dia 16 de outubro, classificou a sinalização de 57,4% dos trechos como regular, ruim ou péssima, ou seja estado em que podem comprometer a segurança dos usuários. O estudo considerou 98.475 km de vias federais e estaduais. Assim, as rodovias consideradas inadequadas em relação à sinalização correspondem a 56.532 km. A classificação foi boa ou ótima para 42,6% da extensão analisada. Na avaliação, os técnicos consideraram sinalização horizontal, vertical e dispositivos auxiliares, como defensas. 
 
A pintura da faixa central, por exemplo, está em bom estado 52,4% do total. Em 40,8% está desgastada e em 6,8% não há demarcação na pista. A situação das faixas laterais é mais preocupante: a pintura está em bom estado em menos da metade da extensão analisada, 44,2%. Em 39,9% a demarcação está desgastada e em 15,9% é inexistente. 
 
Além disso, chama a atenção que, embora sejam necessárias, não há defensas instaladas em 45,9% dos trechos. “Esse é um componente que potencializa os riscos das rodovias brasileiras, porque reduz a proteção para os usuários”, alerta o diretor executivo da CNT, Bruno Batista. Apenas em 11,8% dos casos esses elementos estão presentes em todo o percurso em que são relevantes. Em 17,7% estão fixas apenas em parte do trecho em que seriam importantes. No restante (24,6%), não foi identificada necessidade da proteção. 
 
A presença de placas de limite de velocidade é observada em 73,6% das rodovias. No restante, 26,4%, não há a indicação para os motoristas. As placas de indicação – que identificam as vias e os locais de interesse, além de orientar motoristas quanto a percursos e acessos – estão presentes em 82,9% dos trechos e ausentes em 17,1%. Já as de interseção – que indicam cruzamentos ou união de duas ou mais vias – estão presentes em 57,4% das rodovias, mas não foram identificadas em 42,6% dos casos.  
 
Já sobre a visibilidade e a legibilidade das placas, os números são positivos: em 82,3% não há mato encobrindo a informação das placas e 88% estão totalmente legíveis. 
 
“A sinalização rodoviária possui papel fundamental na segurança dos usuários das vias e se torna cada vez mais essencial à medida que a velocidade operacional e o volume de tráfego crescem”, destaca a pesquisa. 
 
Federais x estaduais
 
Entre as rodovias federais, que totalizam 66.170 km analisados, 57,5% da extensão apresenta deficiências e foi classificada como péssima, ruim ou regular. Os outros 42,5% dos trechos foram considerados bons ou ótimos. No caso das estaduais, que somam 32.305 km, a situação é semelhante: há problemas em 57,1% da extensão. Outros 42,9% foram considerados ótimos ou bons. 
 
As concedidas, que somam 18.960 km, apresentam as melhores condições de sinalização: 75,7% do total pesquisado está ótimo ou bom. Outros 18,5% estão regulares, 4,1% ruins e 1,7% péssimos. 
 
Fonte: Agência CNT de Notícias
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