\"\"

 
A Toyota lança o Mirai no mercado japonês, o primeiro veículo híbrido movido a hidrogênio produzido em larga escala. As vendas começam a partir de 15 de dezembro com expectativa de negociar cerca de 400 unidades até o fim deste ano.
 
O híbrido Mirai marca o início de uma nova Era, trazendo um carro com zero emissão de gases poluentes na atmosfera como o CO2, liberando apenas água ou vapor d’água. O veículo utiliza hidrogênio como combustível para gerar energia elétrica ao motor.
 
O mais novo veículo híbrido da Toyota traz design moderno, performance de um carro movido a gasolina, tecnologia embarcada de última geração, alto nível de segurança e ainda pode servir como gerador em causa de falta ou corte de energia.
 
O Mirai possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão, com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula combustível a hidrogênio – uma estação localizada no centro do assoalho do veículo. É dentro desta estação onde ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento.
 
\"\"
 
O veículo capta o oxigênio da atmosfera através de sua entrada de ar frontal e o leva até esta estação, para onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Ao mesmo tempo, o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.
 
A alta aceleração da célula combustível da Toyota, combinado a um controle de energia da bateria, acionam o motor elétrico e garantem uma capacidade de resposta poderosa em todas as velocidades. Isso proporciona um aumento imediato de torque na primeira pisada no acelerador.
 
A estabilidade e o conforto de condução são destacados por conta do posicionamento da célula combustível e dos tanques de hidrogênio de alta pressão sob o assoalho, atingindo um baixo centro de gravidade, com distribuição de peso superior na traseira e frente do veículo. O uso de um corpo de alta rigidez reforça as estruturas em torno da suspensão traseira.
 
A aerodinâmica da carroceria ajuda a reduzir a resistência do vento, contribuindo para a melhoria da eficiência de combustível e estabilidade de condução.
 
\"\"
Artigos Relacionados
Leia mais em Notícias
Comentários estão fechados

Veja também

Suzuki Jimny vem com novidades na linha 2022

Disponível em quatro versões, SUV traz atualizações estéticas e mantém o mesmo DNA 4×…