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Transportes impulsionaram inflação de fevereiro em Teresina

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Segundo pesquisadores da Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí (Cepro), os resultados referentes à inflação no mês de fevereiro em Teresina eram previsíveis. O setor de Transportes, o mais alto dentre os sete segmentos pesquisados, fechou em 7,89% e elevou a inflação mensal da capital piauiense para 1,26%. Outro segmento em alta foi a Alimentação, que individualmente cresceu 1,34%.
 
De acordo com o diretor de Estatística da Cepro, Elias Alves Barbosa, desde a mudança do Plano Real, na década de 1990, não se via uma elevação inflacionária em um único segmento como houve com o Transporte. “Temos aí um conjunto de aumentos de tarifas ocasionados pelo reajuste feito em fevereiro nos combustíveis”, explica o estatístico. Além do transporte, ele afirma que um outros aumentos de destaques foram nas verduras, hortaliças e frutas que elevaram o valor da cesta básica em 2,50%. “São dois produtos analisados (frutas e verduras) que têm um peso significativo na cesta básica do trabalhador brasileiro, por isso seus aumentos mexem tanto no bolso do consumidor”, descreve o servidor da Cepro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC – Custo de Vida) calculado pela Fundação Cepro para a cidade de Teresina apresentou crescimento médio de 1,26%, isto comparativamente ao mês de janeiro de 2015. Com relação ao acumulado nos últimos 12 meses (mar/2014 a fev/2015), a alta registrada foi de 8,29%.
Segmentos – No caso específico do grupo Transportes, o crescimento de 7,89% esteve ligado diretamente ao reajuste de 19,05% das passagens de ônibus urbano que entrou em vigor a partir de fevereiro, ocorrido devido ao aumento de preço dos combustíveis (gasolina, 11,82%; óleo diesel, 9,02%; e álcool 2,11%).
 
Já no grupo Alimentação, que individualmente cresceu 1,34%, os elementos motivadores do aumento dos preços foram os seguintes produtos: tomate (11,14%); carne caprina/ovina (4,45%); banana (4,15%); carne suína (3,17%); arroz (2,61%); feijão (2,02%); e carne bovina de 2ª (1,33%).
Os demais grupos apresentaram as seguintes variações: Vestuário, 1,29%; Saúde e Cuidados Pessoais, 0,47%; Habitação, 0,35%; Artigos de Residência, 0,34%; e Serviços Pessoais, (-0,24%).
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