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Troca de catalisador defeituoso preserva o meio ambiente e evita multas

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Se você for até o mecânico e ouvir que o catalisador do seu veículo não está funcionando perfeitamente, nem pense em continuar rodando com ele defeituoso ou não fazer a troca por um novo. O equipamento tem funções importantes para a preservação do meio ambiente. Além disso, estar com ele 100% garante o bom desempenho veicular e evita que você seja multado.
 
O consultor técnico da Tuper Escapamentos e Catalisadores, Salvador Parisi, explica que o catalisador transforma os gases tóxicos da queima de combustível em gases inofensivos. “Essa transformação acontece através da reação de efeitos químicos quando os gases produzidos pela combustão entram em contato com os materiais contidos internamente no catalisador. O processo também determina o fluxo dos gases, controlando ainda o nível de ruído produzido pela combustão”, diz.
 
Conforme Parisi, se não bastasse o prejuízo ao meio ambiente, quando um carro está com o catalisador estragado ou simplesmente não o tem mais, consome mais combustível e tem o desempenho prejudicado.
 
O catalisador é uma peça que tem vida útil longa. O original de fábrica, em motores com manutenção adequada, ultrapassa os 80 mil quilômetros rodados. Depois dessa quilometragem, é bom ir até o mecânico para verificar se o equipamento ainda está em perfeito estado. Já os catalisadores de reposição duram pelo menos 40 mil quilômetros.
 
Em carros mais novos, o motorista é avisado quando o catalisador não está em bom estado. “Em veículos fabricados depois de 2010, o sistema de gerenciamento do motor monitora a eficiência do catalisador e informa ao motorista, no painel, quando ela fica comprometida, acendendo a lâmpada LIM”, comenta o consultor.
 
Fique atento!
 
O catalisador é item obrigatório nos veículos desde 1997. Quem anda com ele inoperante ou faz a remoção comete infração grave, recebe multa de R$ 127,69 e ganha cinco pontos na carteira nacional de habilitação.
Ao fazer a troca, procure uma oficina de confiança e verifique se o catalisador tem o selo do Inmetro estampado, o que garante sua qualidade.
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O consultor técnico da Tuper Escapamentos e Catalisadores, Salvador Parisi, explica que o catalisador transforma os gases tóxicos da queima de combustível em gases inofensivos. “Essa transformação acontece através da reação de efeitos químicos quando os gases produzidos pela combustão entram em contato com os materiais contidos internamente no catalisador. O processo também determina o fluxo dos gases, controlando ainda o nível de ruído produzido pela combustão”, diz.
 
Conforme Parisi, se não bastasse o prejuízo ao meio ambiente, quando um carro está com o catalisador estragado ou simplesmente não o tem mais, consome mais combustível e tem o desempenho prejudicado.
 
O catalisador é uma peça que tem vida útil longa. O original de fábrica, em motores com manutenção adequada, ultrapassa os 80 mil quilômetros rodados. Depois dessa quilometragem, é bom ir até o mecânico para verificar se o equipamento ainda está em perfeito estado. Já os catalisadores de reposição duram pelo menos 40 mil quilômetros.
 
Em carros mais novos, o motorista é avisado quando o catalisador não está em bom estado. “Em veículos fabricados depois de 2010, o sistema de gerenciamento do motor monitora a eficiência do catalisador e informa ao motorista, no painel, quando ela fica comprometida, acendendo a lâmpada LIM”, comenta o consultor.
 
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O catalisador é item obrigatório nos veículos desde 1997. Quem anda com ele inoperante ou faz a remoção comete infração grave, recebe multa de R$ 127,69 e ganha cinco pontos na carteira nacional de habilitação.
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