Óleo sofre desgaste com o uso e acumula impurezas que podem afetar o funcionamento do sistema.

Muitos motoristas ficam na dúvida sobre se devem ou não trocar o óleo do sistema de transmissão automático e quando devem efetuar a substituição. O melhor é consultar o manual do fabricante do veículo para ver as recomendações. O fato é que, o óleo do câmbio sofre desgaste com uso e acaba acumulando impurezas e não fazer a troca pode gerar danos no sistema.

A Valvoline, fabricante líder mundial de lubrificantes, destaca a importância de fazer a troca do óleo do câmbio, seguindo o manual do fabricante. Outra dica importante é ficar atento também aos sinais que o veículo pode ter, como menor arranque, trancos e solavancos, aumento de temperatura e de consumo de combustível. Para que isso não ocorra, o ideal é realizar a troca preventiva do óleo de câmbio a cada 40.000 km. Assim, evita problemas inesperados, pois quando aparece um código de falha no painel a transmissão em modo de emergência indica que o sistema já está danificado. Nesse caso, se a troca não for efetuada, o custo da manutenção do sistema de transmissão automático pode ser alto.

A troca de óleo do câmbio previne desgastes prematuros nos componentes internos da transmissão, evitando eventuais danos aos veículos e até a necessidade de realizar uma manutenção muito mais cara e detalhada.

Da mesma forma que para motor existe um lubrificante correto, para as transmissões automáticas, a regra é a mesma seguir o recomendado para cada tipo de câmbio.

Para escolher o óleo lubrificante do câmbio ideal, é importante seguir as orientações do manual do fabricante.

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