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As dezessete marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 18.822 unidades, anotaram nos primeiros oito meses do ano baixa de 23,1% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 24.473 unidades.
No comparativo mensal, agosto de 2017 ainda registra queda de 3,9% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 2.821 unidades contra 2.936 licenciamentos em agosto do ano passado. O desempenho de vendas no mês de agosto, porém, obteve uma pequena alta – 4% – comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 2.821 unidades contra 2.712 unidades em julho último.
“Não estamos comemorando, mas o fim do Inovar-Auto é um alento para o setor de veículos importados, que poderá vislumbrar a possibilidade de retomar suas vendas. Chegamos ao auge de 199 mil veículos licenciados em 2011, caímos para 35 mil no ano passado e nossa previsão é fechar o ano com 27 mil unidades. Com o fim dos 30 pontos percentuais do IPI, o setor projeta recuperação. Podemos chegar a 40 mil unidades em 2018”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.
De acordo com o presidente da entidade, as empresas importadoras de veículos automotores, sem fábrica no País, “desde o início apoiaram o programa Inovar-Auto, que trouxe avanços significativos ao setor automotivo, exceto a imposição da barreira tarifária de 30 pontos percentuais no IPI e a limitação por cota de 4.800 unidades/ano. Com o Rota 2030 – uma evolução do Inovar-Auto -, programa que obteve amplo debate com a participação assídua de mais de 60 representantes da cadeia automotiva, o polo produtivo brasileiro terá plenas chances de conquistar maior competitividade internacional, sem – no entanto – aniquilar a atividade de importação”.
Explicação providencial – “Como nos últimos três anos do Inovar-Auto, os importadores não pagaram os 30 pontos percentuais do IPI por entender que era impossível comercializar veículos fora da cota do teto máximo de 4.800 unidades por ano, tratou-se apenas de simples trava nos volumes, e, de outro lado, diante das prováveis exigências do Governo de investimentos em P&D e em Engenharia ou em fundos destinados a essa finalidade, como é o caso dos importados, por meio do programa Rota 2030, os preços de veículos importados tendem a subir a partir de 1º de janeiro de 2018”, elucida José Luiz Gandini.
Participações – Em agosto último, com 4.774 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,27% do mercado total de autos e comerciais leves (209.871 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,19% (30.211 unidades, do total de 1.380.298 unidades).
Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em agosto, por 12,24% (2.821 unidades, do total de 23.039 unidades importadas). No acumulado, 12,35% (18.822 unidades, do total de 152.405 veículos importados).
Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de agosto com 1.953 unidades emplacadas, total que representou alta de 6,8% em relação ao mês anterior. Comparado a agosto de 2016, o aumento de 55,4%, quando foram emplacadas 1.257 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 11.389 unidades emplacadas, alta de 50,2% ante as 7.585 unidades (agora, já com a produção da Jaguar Land Rover).
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