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Os dados de emplacamentos das empresas filiadas à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, em fevereiro, mostraram uma redução de volume 31,1% em relação a igual período do ano passado. Foram comercializadas 7.185 unidades no último mês antes os 10.427 emplacamentos de fevereiro de 2012, enquanto o mercado interno anotou queda de 5,6%, passando de 235.820 unidades emplacadas, em fevereiro de 2012, para 222.696 unidades em fevereiro deste ano.
 
O market share de carros importados, por outro lado, teve leve alta. Em fevereiro, foi de 3,23% contra 2,9% em janeiro, atribuídos em parte ao esgotamento temporário das cotas do México – importação feita pelas montadoras. “Mas não alcançou ainda o percentual de fevereiro do ano passado, quando a participação era de 4,42%”, comenta Flavio Padovan, presidente da Abeiva.
 
Na comparação de fevereiro contra janeiro deste ano, a desaceleração também permanece acentuada. A queda registrada é de 16,7%, desempenho melhor se considerada à performance do mercado total que obteve uma queda de 25%. Em fevereiro foram comercializadas 7.185 veículos importados contra 8.626 unidades em janeiro. Embora tenha anotado queda, o market share do setor oficial de importação subiu de 2,91% para 3,23%.
 
No acumulado do primeiro bimestre, as associadas à entidade obtiveram performance negativo de 27,5% ante igual período de 2012, enquanto o mercado interno registrou crescimento de 6,3%. Foram contabilizadas 15.811 unidades em 2013,contra 21.797 veículos emplacados no início do ano passado. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o market share do setor é de apenas 3,04%.
 
Ao considerar somente o segmento de importados, as associadas à entidade anotaram market share de 15,8% em fevereiro de 2013, do total de 45.429 veículos importados, enquanto as montadoras locais responderam por 83,4%, o equivalente a 37.923 unidades emplacadas no último mês. No acumulado do bimestre, a Abeiva respondeu por 14,5%, enquanto os importados das montadoras por 84,9%.
 
“As cotas do Inovar-Auto aos veículos importados, que isentam os 30 pontos percentuais até o teto máximo de 4.800 unidades/ano ou ao teto do histórico dos anos de 2009 a 2011, deverão mostrar resultados mais favoráveis aos importadores oficiais, a partir de suas utilizações neste primeiro trimestre do ano”, avalia Flavio Padovan. “Por outro lado, podemos observar que apesar das vendas de fevereiro terem sido menores que as de janeiro de 2013 nos volumes totais, nossas médias diárias de emplacamentos subiram de 392 unidades/dia para 399 unidades/dia, ou seja, uma pequena reação de 1,8% neste bimestre", enfatiza.
 
“Se analisarmos somente o comportamento dos dados de emplacamentos de veículos importados, a partir de dezembro último, podemos notar que a participação das associadas à entidade aumentou, de 12,8% para 13,5% e, em fevereiro, para 15,8%. De outra parte, os importados das montadoras perderam participação, de 86,7% em dezembro para 85,9% em janeiro e, em fevereiro, para 83,5%. Tudo indica que houve esgotamento das cotas do México”, argumenta Padovan.
 
Em fevereiro último, o total de concessionárias das associadas se manteve em 690 pontos de atendimento, o que leva a uma geração de 23 mil empregos diretos. “Mas, para que os negócios se tornem viáveis aos concessionários, precisamos aumentar a nossa participação no mercado brasileiro, hoje de apenas 3,04%. Precisamos retornar ao market share de no mínimo 5%”, conclui o presidente da Abeiva.
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