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A Volkswagen do Brasil anuncia o investimento de R$ 160 milhões, em sociedade com a Pleuston Serviços, na construção de sua segunda PCH (Pequena Central Hidrelétrica), a Monjolinho. A participação da fabricante de automóveis no empreendimento, que tem previsão de inauguração para meados de 2014, será de 51%.

 

"Investir em sustentabilidade, inclusive na geração de energia limpa e renovável, é um dos objetivos estratégicos da Volkswagen do Brasil, que reconhece seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do planeta. A PCH também é uma forma de garantir nossa energia elétrica de forma sustentável para o futuro", disse o vice-presidente de Finanças e Estratégia Corporativa da Volkswagen do Brasil, Carsten Isensee, responsável pelo projeto das Pequenas Centrais Hidrelétricas.

 

A PCH Monjolinho será construída no rio Sapucaí, um afluente do rio Grande, entre as cidades de Ipuã e Ituverava, no Estado de São Paulo. A segunda PCH da Volkswagen do Brasil terá capacidade instalada de 25,5 MW/h, com três turbinas. As obras da usina estão previstas para ter início em 2012, com estimativa de gerar 700 empregos diretos e 5.000 indiretos, além de contar com projetos sociais e ambientais, que estão sendo definidos.

 

Ação de sucesso confirmada pela 1ª PCH

 

A PCH Anhanguera, a primeira central hidrelétrica da Volkswagen do Brasil, foi inaugurada em março de 2010 e possibilitou que a empresa aumentasse a utilização de energia renovável de 86% para 91%.

 

O investimento nas duas PCHs (Anhanguera e Monjolinho) soma aproximadamente R$ 300 milhões. Juntas, elas vão gerar cerca de 48 MW/h, o que equivale a 40% do consumo total de energia elétrica da Volkswagen do Brasil.

 

As PCHs reforçam o objetivo estratégico da Volkswagen do Brasil de investir em sustentabilidade, sendo a primeira indústria automobilística no Brasil que investiu em infraestrutura para gerar energia limpa e renovável no País.

 

PCH Anhanguera – Projetos ambientais e sociais

 

A primeira PCH da Volkswagen do Brasil, a Anhanguera, está localizada no rio Sapucaí, entre as cidades de São Joaquim da Barra e Guará, a 25 quilômetros de distância de onde será construída a PCH Monjolinho. A PCH Anhanguera trabalha com três turbinas, com potência instalada de 22,68 MW, o suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 50 mil habitantes.

 

Antes mesmo da construção da PCH Anhanguera, a Volkswagen concentrou esforços para minimizar impactos ambientais e sociais. Na área da primeira PCH, foi construído um viveiro com 720 m², capaz de produzir até 300 mil mudas de árvores nativas por ano, que são utilizadas para plantio nas áreas de preservação permanente. Cerca de 126 espécies foram catalogadas e cerca de 500 mil árvores foram plantadas para proteger e sombrear o lago. Ao longo do reservatório da PCH Anhanguera, foram reflorestados mais de 120 hectares de mata ciliar. O monitoramento da qualidade da água é outra preocupação constante.

 

Um Centro de Triagem de Animais Silvestres foi criado para exames laboratoriais e quarentena de espécies encontradas nas áreas ligadas à PCH Anhanguera. Para acompanhar o ecossistema da região, foi criado também o Programa de Conservação e Monitoramento da Fauna de Vertebrados Terrestres. O corredor de biodiversidade criado pelo replantio e preservação das espécies permite que os animais circulem livremente, contribuindo para o equilíbrio natural.

 

Na área social, canteiros de obras da PCH Anhanguera foram transformados em salas de aula. Foram gerados aproximadamente 500 empregos diretos e 5.000 indiretos no período da construção, sendo que a mão-de-obra regional foi privilegiada, gerando renda na comunidade.

A PCH Anhaguera, também conhecida como Celan (Central Elétrica Anhanguera S.A.), é resultado da parceria entre a Volkswagen do Brasil, a SEBAND e a Pleuston

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