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Saiba quais são as principais causas de desgaste dos amortecedores

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Para celebrar o Dia do Motorista, 25 de julho, data dedicada a São Cristóvão, protetor dos condutores de veículos, a Nakata, um dos principais fabricantes de componentes para suspensão, freio, direção, transmissão e motor para o mercado de reposição, com mais de 60 anos de atuação no Brasil, aproveita para dar dicas de manutenção automotiva, com o intuito de contribuir com a segurança no trânsito.
 
“É fundamental estar atento ao desgaste das peças, especialmente, àquelas que compõem os itens de segurança, como os amortecedores”, ressalta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata, explicando que, quando novos, os amortecedores possuem carga de tração e de compressão determinadas pela montadora, garantindo ao usuário conforto aliado à segurança. “Transitar em alta velocidade sobre lombadas e por estradas esburacadas, bem como excesso de carga, por exemplo, podem comprometer a vida útil dos amortecedores”, alerta.
 
Para a identificação de problemas nos amortecedores, é necessário fazer uma inspeção visual ou observar alguns movimentos do veículo. “Rodar com os amortecedores desgastados compromete a estabilidade do veículo em curvas, ocasiona balanço excessivo e aumento da distância de frenagem. Há tendência de aquaplanagem em superfícies alagadas e de o veículo sair para o lado de fora das curvas, prejudicando a dirigibilidade”, enfatiza.
 
Quando o amortecedor esgota sua vida útil, todos seus componentes já sofreram desgaste e deve ser feita a troca por componentes novos. Ele explica que o amortecedor faz parte do sistema de suspensão, por isso, antes de aplicar os amortecedores novos deve-se verificar o estado de todos os componentes periféricos e que interferem no funcionamento do mesmo, se algum componente apresentar desgaste ou outro problema deve ser substituído, assim como coxins e batentes por outros de boa qualidade.
 
“Adiar a troca pode gerar gastos maiores que o previsto aos consumidores na hora de fazer a manutenção. Peças recondicionadas não são recomendadas.
 
Para prolongar a vida útil dos amortecedores deve-se manter em dia o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas, não alterar geometria ou altura da suspensão e manter coxins e batentes em bom estado.
 
A partir dos 40 mil km é importante fazer revisões periódicas em uma oficina de confiança para verificar as condições dos itens de suspensão. Caso seja necessário efetuar a troca, é fundamental ter atenção à certificação, obrigatória desde janeiro de 2013, quando fabricantes começaram a produzir apenas amortecedores com o selo do Inmetro.
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