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A PROTESTE, Associação de Consumidores, fez um levantamento sobre o Recall automotivo no Brasil e o resultado foi alarmante. Em abril deste ano, a Toyota fez um recall sobre defeito no sistema de airbag, com risco de morte para os ocupantes do veículo. Mais de 223 mil proprietários foram convocados e apenas 6.464 compareceram nos primeiros dois meses.
Em outubro de 2015, a GM convocou proprietários do Cobalt e do Prisma por falha no cinto de segurança. Na ocasião, 121 mil veículos foram convocados, mas, no site do Procon de São Paulo, quase dois anos depois não há informação de comparecimento. Esses dados são muito preocupantes, porque os problemas apresentados envolvem risco de vida.
De acordo com Rodolfo Rizzotto, coordenador do projeto S.O.S. Estradas, os chamados para recall são muito mal feitos no Brasil.
“A comunicação do recall é limitada. Normalmente, é divulgada em apenas um dia em poucos veículos de comunicação”, reclama Rizzotto. Além disso, as montadoras também não costumam divulgar os dados de quem passou pelo procedimento.
Tudo isso compromete a segurança ao volante. Afinal, para quem não sabe, o recall automotivo ocorre quando as montadoras detectam avarias ou falhas na segurança dos veículos que já estão em circulação. Assim, elas “chamam de volta” o consumidor, para corrigir esses problemas e afastar os riscos.
Peça informações na montadora
Por questões de segurança, portanto, todos os consumidores que possuem veículos precisam ficar atentos à necessidade de atender aos chamados de recall, mesmo que os comunicados ainda sejam falhos.
A dica é: não espere algo sair na mídia. Entre em contato com a empresa, ligando para a sua central de atendimento ou acessando o site. As montadoras costumam ter em suas páginas canais específicos com as convocações.
O consumidor também pode consultar todos os veículos que já foram convocados para recall, acessando o site: www.denatran.serpro.gov.br em “consulta recall”. Insira o número do chassi do carro e digite o código de verificação que aparecer.
Outra opção é pesquisar no endereço eletrônico do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça. Lá, é mantido um sistema de monitoramento on-line de recalls (de diversos tipos de produtos), disponível em www.mj.gov.br/recall. A ferramenta inclui comunicados desde o ano 2000. Para ter mais detalhes, informe o modelo do veículo e o nome do fabricante ou utilize o filtro com as categorias de produtos.
O consumidor encontrará uma lista com comunicados e, em cada um deles, constam informações como os chassis dos carros com defeito, as descrições dos problemas, os riscos que essas falhas oferecem e os consertos que devem ser feitos.
A PROTESTE orienta que o consumidor também procure o fabricante assim que possível, usando os meios de contato informados no documento, para agendar o reparo gratuito de seu veículo em uma concessionária credenciada.
Se o atendimento não for feito em concessionária, pode ser em uma oficina da rede credenciada do fabricante. E como milhares de pessoas podem ser afetadas pela mesma falha, a maioria das montadoras pede que o serviço seja agendado.
Caso o consumidor tenha problemas para exercer seus direitos, deve recorrer ao órgão de proteção ao consumidor da sua cidade para registrar a reclamação contra o fornecedor, uma vez que a empresa não pode se esquivar da responsabilidade de trocar a peça defeituosa e sem nenhum ônus.
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