O final de ano, além de ser um período de férias, viagens e festas, também é o momento em que muitos renovam o seguro de automóvel para já iniciar o ano com o carro protegido e, assim, evitar qualquer surpresa indesejada.
No entanto, o consumidor atual, mais exigente que anos atrás, pesquisa com mais frequência os preços e os serviços que são oferecidos por cada companhia, tentando encontrar a melhor opção de custo x benefício para o seguro. Dentre muitas variáveis de perfil, a configuração da apólice é um dos principais fatores para as companhias avaliarem o risco e chegarem ao prêmio a ser cobrado.
Marcelo Moura, diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do Brasil, dá algumas dicas sobre alguns itens que são importantes para o cálculo e podem ajudar o consumidor a economizar no momento da renovação do seguro.
 
Mudanças nas informações
É importante que qualquer alteração que afete o que está cadastrado na apólice seja informada à seguradora. A alteração do CEP, do veículo ou do condutor, por exemplo, pode baratear o novo contrato do cliente com a companhia.
 
Classe de bônus
A classe de bônus é algo muito importante dentro do mercado segurador. Ela é a responsável por indicar à seguradora responsável pelo contrato que não houve sinistro registrado para o cliente naquele período de vigência. Ou seja, a cada apólice que o cliente passa sem sinistro, a classe de bônus sobe, aumentando o desconto que o cliente terá no prêmio final.
 
Coberturas e assistências
Verifique se as coberturas contratadas na última apólice continuam necessárias. Por exemplo, se o cliente não faz viagens longas, não há necessidade em manter o guincho ilimitado contratado na última vigência. O mesmo vale para o carro reserva. A revisão desses pequenos detalhes da apólice pode gerar uma economia interessante para o consumidor, que vai ser cobrado exatamente por aquilo que é necessário para ele, ou seja, não pagará por algo que não terá uso.
 
Itens de segurança
O preço do seguro é determinado pelo potencial risco que a seguradora entende que existe sobre aquele veículo. Portanto, com a existência de itens de segurança, o carro ganha características de risco menor e, consequentemente, impacta o preço final da apólice. Alarmes, rastreadores e travas são as ferramentas mais comuns encontradas no mercado que podem ajudar a gerar economia no prêmio.
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