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Decisão de títulos no Moto 1000 GP envolve 11 pilotos de sete equipes

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A quarta temporada do Moto 1000 GP está a uma etapa de seu término. Os títulos das quatro categorias do evento, que tem em disputa o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, serão definidos no dia 14 de dezembro, a partir dos resultados do GP Petrobras, no Autódromo Zilmar Beux, de Cascavel (PR). A relação de candidatos às taças reservadas aos campeões inclui os nomes de 11 pilotos, que representam sete das várias equipes inscritas.
 
Na GP 1000, série principal do Brasileiro de Motovelocidade, o francês Matthieu Lussiana, da Petronas Alex Barros Racing, conquistou em Santa Cruz o Sul a terceira vitória no ano e retomou a liderança. Seu único adversário no campeonato é o brasileiro Wesley Gutierrez, da Motonil Motors-PDV Brasil. A diferença entre os dois é de oito pontos e Lussiana depende de um terceiro lugar no GP Cascavel para ser campeão.
 
As equipes envolvidas na decisão do título principal participam também da disputa decisiva em outras categorias. Na série de formação de pilotos GPR 250, a vice-liderança é de Lucas Torres, piloto da Estrella Galicia 0,0. A equipe integra a estrutura chefiada por Alexandre Barros, coordenador também do time de Lussiana na GP 1000. O líder da GPR 250 é de Meikon Kawakami, da Playstation-PRT, equipe de José Carlos “Pitico” de Morais.
 
Chefiada por Nivaldo “Ferpa” Buzo, a Motonil Motors-PDV Brasil mantém dois pilotos na disputa pelo título brasileiro da GP Light. Um deles é o paulista Rodrigo Benedictis. Com seis pódios em sete corridas, ele converteu a vitória na etapa gaúcha em liderança do campeonato. O outro, o brasiliense Ian Testa, quarto colocado na tabela de pontos à custa de uma campanha que destaca uma vitória e dois segundos lugares.
 
Benedictis e Testa têm dois adversários na luta pelo título. O argentino Nicolas Tortone foi segundo em Santa Cruz do Sul e assumiu a vice-liderança. O brasiliense Henrique Castro ficou fora da etapa após um acidente nos treinos livres, perdeu a liderança e agora é terceiro no campeonato. Ele é piloto da City Service BSB Motor Racing, equipe chefiada por Bruno Penido, e adianta que estará na pista na etapa final em Cascavel.
 
A GP 600 tem um dos cenários mais equilibrados na disputa pelo título. Não computado o descarte obrigatório de um resultado por piloto, a liderança é do gaúcho Pedro Sampaio, que está um ponto à frente o paranaense Joelsu “Mitiko” da Silva. O uruguaio Maximiliano Gerardo, também piloto da MGBikes Yamaha, é o terceiro a três pontos de Sampaio – o GP Petrobras, em Cascavel, terá 27 pontos em disputa entre treinos e corrida.
 
Se projetado sobre a pontuação atual o descarte de resultado, a GP 600 passa a ter novo líder. Neste caso é Gerardo, piloto da equipe comandada por Adrian Diego Aparicio, quem assume a dianteira na pontuação, com margem de sete pontos sobre Sampaio e oito à frente de Silva. Sampaio compete pela Fábio Loko, equipe gaúcha coordenada por Fábio Garcia; Silva defende a Paulinho Superbikes, comandada pelo paranaense Paulo Imes.
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