Pela primeira vez na América Latina, a Toyota apresenta o mais novo conceito de mobilidade urbana limpa. O FCV, movido a hidrogênio, mostra uma visão de futuro para a sociedade, trazendo tecnologia amigável ao meio ambiente. O veículo é movido pela energia elétrica proveniente da reação eletroquímica entre hidrogênio (combustível pelo qual é alimentado) e oxigênio. Em contrapartida, o sistema libera apenas água por uma válvula localizada na parte inferior do veículo – não há escapamento no FCV.
 
Em posição de destaque no estande da Toyota, este carro-conceito está muito próximo de se tornar realidade. No primeiro semestre de 2015, o FCV será o primeiro veículo movido a hidrogênio vendido em escala comercial. Os primeiros a serem contemplados com a novidade serão os consumidores do Japão e, logo em seguida, dos Estados Unidos.
 
O FCV possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão, com capacidade máxima de 70 mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula combustível a hidrogênio – uma estação localizada no centro do assoalho do veículo. É dentro desta estação que ocorre a reação química para colocar o FCV em movimento.
 
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O veículo capta o oxigênio da atmosfera através de sua entrada de ar frontal e o leva até esta estação, para onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Ao mesmo tempo, o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do FCV, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.
 
O FCV possui dois tanques de hidrogênio com autonomia para rodar 700 km sem necessidade de reabastecimento, e atinge velocidade máxima de 170 km/h. A partida a frio, uma das grandes preocupações para viabilizar a nova tecnologia, pode ser feita a – 40ºC. Antes de ser produzido em larga escala, o FCV foi testado em severas condições climáticas, no norte do Canadá e do Japão.
 
O abastecimento do modelo deve ser feito em postos de hidrogênio, e bastam apenas três minutos para encher os dois tanques. Tanto Japão como EUA, países que receberão o FCV, estão montando uma rede de postos em regiões estratégicas, para viabilizar a utilização do veículo.
 
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O design do FCV foi inspirado na reação que transforma o ar em água. Na frente, as duas entradas acentuadas simbolizam o ar e sua transformação flui pelas linhas laterais, remetendo ao movimento das águas. O desenho termina na traseira, inspirado na popa de um catamarã.
 
As medidas do FCV foram especialmente elaboradas para comportar, confortavelmente, até quatro passageiros, com entre-eixos de 2.780 mm e comprimento total de 4.870 mm. A altura, com 1.810 mm, e largura, de 1.535 mm, ajudam a manter um alto padrão de estabilidade.
 
História
 
Em 1992, a Toyota deu início aos estudos para viabilizar a produção em larga escala de carros movidos a hidrogênio. Após 10 anos, a montadora desenvolveu a tecnologia e colocou poucas unidades de seu FCHV em experimento no Japão. Em 2008, com a versão FCHV-adv, a Toyota deu o primeiro grande passo para a produção em larga escala de um carro movido a hidrogênio, solucionando dificuldades como autonomia e durabilidade. Após diversos testes, o FCHV-adv percorreu sem reabastecimento uma distância de 500 km, entre as cidades de Osaka e Tóquio, e longas distâncias em estradas do Alasca, nos EUA.
 
Outros testes também foram feitos em grandes eventos no Japão, utilizando o veículo no transporte de turistas. Além disso, a Toyota adotou a tecnologia em ônibus para condução de passageiros entre terminais de aeroportos daquele país.
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Pela primeira vez na América Latina, a Toyota apresenta o mais novo conceito de mobilidade urbana limpa. O FCV, movido a hidrogênio, mostra uma visão de futuro para a sociedade, trazendo tecnologia amigável ao meio ambiente. O veículo é movido pela energia elétrica proveniente da reação eletroquímica entre hidrogênio (combustível pelo qual é alimentado) e oxigênio. Em contrapartida, o sistema libera apenas água por uma válvula localizada na parte inferior do veículo – não há escapamento no FCV.
 
Em posição de destaque no estande da Toyota, este carro-conceito está muito próximo de se tornar realidade. No primeiro semestre de 2015, o FCV será o primeiro veículo movido a hidrogênio vendido em escala comercial. Os primeiros a serem contemplados com a novidade serão os consumidores do Japão e, logo em seguida, dos Estados Unidos.
 
O FCV possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão, com capacidade máxima de 70 mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula combustível a hidrogênio – uma estação localizada no centro do assoalho do veículo. É dentro desta estação que ocorre a reação química para colocar o FCV em movimento.
 
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O veículo capta o oxigênio da atmosfera através de sua entrada de ar frontal e o leva até esta estação, para onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Ao mesmo tempo, o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do FCV, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.
 
O FCV possui dois tanques de hidrogênio com autonomia para rodar 700 km sem necessidade de reabastecimento, e atinge velocidade máxima de 170 km/h. A partida a frio, uma das grandes preocupações para viabilizar a nova tecnologia, pode ser feita a – 40ºC. Antes de ser produzido em larga escala, o FCV foi testado em severas condições climáticas, no norte do Canadá e do Japão.
 
O abastecimento do modelo deve ser feito em postos de hidrogênio, e bastam apenas três minutos para encher os dois tanques. Tanto Japão como EUA, países que receberão o FCV, estão montando uma rede de postos em regiões estratégicas, para viabilizar a utilização do veículo.
 
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O design do FCV foi inspirado na reação que transforma o ar em água. Na frente, as duas entradas acentuadas simbolizam o ar e sua transformação flui pelas linhas laterais, remetendo ao movimento das águas. O desenho termina na traseira, inspirado na popa de um catamarã.
 
As medidas do FCV foram especialmente elaboradas para comportar, confortavelmente, até quatro passageiros, com entre-eixos de 2.780 mm e comprimento total de 4.870 mm. A altura, com 1.810 mm, e largura, de 1.535 mm, ajudam a manter um alto padrão de estabilidade.
 
História
 
Em 1992, a Toyota deu início aos estudos para viabilizar a produção em larga escala de carros movidos a hidrogênio. Após 10 anos, a montadora desenvolveu a tecnologia e colocou poucas unidades de seu FCHV em experimento no Japão. Em 2008, com a versão FCHV-adv, a Toyota deu o primeiro grande passo para a produção em larga escala de um carro movido a hidrogênio, solucionando dificuldades como autonomia e durabilidade. Após diversos testes, o FCHV-adv percorreu sem reabastecimento uma distância de 500 km, entre as cidades de Osaka e Tóquio, e longas distâncias em estradas do Alasca, nos EUA.
 
Outros testes também foram feitos em grandes eventos no Japão, utilizando o veículo no transporte de turistas. Além disso, a Toyota adotou a tecnologia em ônibus para condução de passageiros entre terminais de aeroportos daquele país.
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